Cali – O Cavalo-Guia

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Adoro cavalos por isso, ao deparar-me com esta notícia no Daily Mail Reporter tive de trazer para aqui adaptada à lingua portuguesa.

Esta é a a história de Mona Ramouni e Cali o seu cavalo-guia.

Desde que não se esteja num país muçulmano é comum encontrar invisuais guiados por cães-guias.
Para os muçulmanos, no entanto, cães são considerados animais impuros dai que nenhum cego crente deva ter nenhum desses animais.
Mona Ramouni, uma estudante de psicologia com 28 anos a viver em Dearborn no Michigan nasceu prematuramente aos seis meses e ficou cega logo a seguir ao nascimento e toda a vida teve de se resignar à sua condição sem qualquer ajuda de um animal guia.
Tudo mudou quando em Abril de 2008 ela  se deparou com um artigo sobre cavalos-guia em miniatura.
“Era algo que nunca tinha pensado para mim”, disse ela mas, depois a ideia ganhou força e decidiu avançar.
Os amigos não a incentivaram mas Mona nunca desistiu.
“Quanto mais me diziam para eu não o fazer, mais eu queria fazê-lo. Tinha chegado a um ponto da minha vida em que não me queria contentar com o que tinha se podia ter mais.”
Não foi fácil.
As pessoas diziam : ” Não vais encontrar um ferreiro que cuide dos cascos do cavalo, nem um veterinário”.
Depois de conseguir convencer a família a deixá-la a montar uma cavalariça improvisada no jardim da casa, ela conseguiu também tudo o resto que precisava e empregou-se numa empresa de revisão de Braile para poder pagar o cavalo e o seu treino como animal de guia.
Demorou três anos mas, finalmente obteve o que tanto desejava.
Agora, acompanhada do seu fiel amigo e guia Cali, ela já vai para todo o lado que quer.

Orgulhosa, diz: ” “Ele é um cavalinho fantástico e quero ir a todos os lugares onde antes nenhum dos dois podia ir”.

Uma pausa refrescante enquanto Mona facilita que Cali possa beber alguma água.
Cali mede cerca de 80 centímetros de altura e foi ensinado a  ficar quieto dentro de casa.
Dessa forma ele pôde assistir com a companheira a um seminário universitário no Michigan
“Mais do que até mesmo a independência, descobri que Cali me mostrou que existem possibilidades.”

Foi desta forma que Mona finalizou a sua descrição sobre a satisfação de ter aquele novo amigo.
 

Compenetrado, Cali ajuda Mona a atravessar a rua.
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