Estudo descobriu que as transmissões telefónicas móveis provocam a morte das abelhas

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Transmissões de telemóveis podem ser a causa das mortes misteriosas das abelhas por todo o mundo.

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O Dr. Daniel Favre, um biólogo que trabalhou com o Instituto Federal de Tecnologia em Lausanne, na Suíça, colocou cuidadosamente um telefone móvel debaixo de uma colméia e monitorizou a reação das abelhas mestras.

De acordo com uma matéria do “Daily Mail”, as abelhas foram capazes de dizer quando os aparelhos estavam a fazer e a receber chamadas produzindo ruídos de alta frequência que normalmente representam o sinal de início da enxameação.

“Este estudo mostra que a presença de um telefone móvel ativo perturba as abelhas e tem um efeito dramático”, explicou Favre ao Daily Mail.

Favre também considera que esta é a evidência de algo que outros cientistas sugeriram: Sinais de telemóveis estão a contribuir para o declínio das abelhas.
Favre acredita que mais pesquisas poderiam ajudar a confirmar a ligação entre os sinais de telemóveis e a “desordem de colapso das colônias” – o súbito desaparecimento de colônias inteiras durante o inverno – que tem metade da população de abelhas, de acordo com algumas estimativas.

Em Junho passado, pesquisadores da Universidade de Punjab, Chandigarh, na Índia chegaram a uma conclusão semelhante, ao registarem um decréscimo na população de uma colmeia equipada com um telemóvel e uma diminuição na produção de ovos da rainha nesse ramo.
Outros especialistas culpam as mudanças na agricultura, a queda de flores silvestres e pesticidas pela morte das abelhas mas a verdadeira causa permanece um mistério obscuro.

Até mesmo o tamanho do problema é difícil de determinar.

Um estudo recente de três anos analisou ​​a distribuição geográfica e diversidade genética de oito espécies de abelhas nos EUA, com base em registros históricos e inquéritos repetidos de cerca de 400 sites, para determinar com precisão quantas abelhas desapareceram.
Os pesquisadores compilaram uma base de dados de mais de 73.000 registros de museus e os comparou com amostras actuais baseadas em intensas pesquisas nacionais de mais de 16.000 exemplares.

A análise nacional considerou que a abundância relativa de quatro das oito espécies analisadas caíu tanto quanto como 96 por cento e que as suas áreas geográficas pesquisadas tiveram uma redução de 23-87 por cento. Algumas dessas contracções ocorreram nas últimas duas décadas.

“Nós temos 50 espécies de abelhas na América do Norte. Estudamos oito delas e quatro estão significativamente em apuros”, disse a Profª de entomologia da Universidade do Illinois, Sydney Cameron, que liderou o estudo.
“Elas poderiam recuperar-se;.. Algumas delas poderiam mas nós só estudámos oito espécies. Esta poderia ser a ponta do iceberg”, disse ela.

Pode ler mais aqui: FoxNews
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