Zumba – A nova febre das academias

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Quer aprender a dançar como a Shakira? 
A repórter Izadora Rodrigues foi a uma academia de São Paulo e mostra, em vídeo, como isso é possível. 
Aproveite e saiba mais sobre essa nova mania :

RITMO

Uma nova febre está a tomar conta do mundo do fitness por todo o lado.
Essa febre chama-se “Zumba” e consiste numa aula que reúne o ritmo da aeróbica com a cadência contagiante de músicas latinas.
Academias em Londres, Nova York, Paris, Rio de Janeiro e São Paulo, só para citar algumas das cidades que se renderam à moda, estão lotadas de adeptos e, outras preparam-se para lançá-la.

Famosas como a actriz Jennifer Lopez e a cantora Shakira já aderiram a ela.
A onda é tão forte que a zumba já é até um jogo de vídeo para plataformas Nintendo Wii, X-Box e PlayStation 3.

O segredo de tanto sucesso?
Difícil de explicar.
Na essência, a aula não é muito diferente de outras invenções que, de tempos em tempos, invadem as academias.
Os primeiros dez minutos lembram a aeróbica e ginástica localizada, embora a música seja diferente. Trabalham-se muito as pernas e a contração abdominal.
Depois, entram passos de danças latinas, como salsa e merengue e é preciso um boa preparação física para aguentar o ritmo.
Numa aula na academia Body Tech, no Rio de Janeiro, as alunas tiveram de fazer uma pausa, após meia hora, para hidratação.

“Parece uma aula light, mas cansa bastante”, diz a analista de sistemas Fabíola Barbosa, 39 anos.

De fato, queimam-se cerca de 400 calorias durante os 60 minutos de duração. É o equivalente a uma aula de jumping, por exemplo (com minitrampolins).

O segundo bloco da aula é diferente em cada país.
No Brasil, é comum a turma malhar ao som de ritmos nacionais.
Esse toque de regionalidade explica, em parte, o sucesso da zumba nos 111 países em que está presente.
É obrigatório que as aulas tenham 70% de ritmos internacionais, mas 30% são de músicas do país onde a aula é ministrada.
“Isso dá-nos a possibilidade de adaptar. Se estourar uma música no Brasil, podemos usa-la”, explica Wesley Almeida, instrutor da aula.
A palavra zumba não tem significado.
O criador da modalidade é o colombiano Alberto “Beto” Perez, 41 anos, que mora nos EUA.
“Zumba dá resultado físico e com alegria”, disse ele à ISTOÉ.

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