Monthly Archives: Julho 2011

O PLANETA X “HERCOBULUS” O MISTÉRIO DE TIAMAT

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O PLANETA X “HERCOBULUS” O MISTÉRIO DE TIAMAT 

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Os sumérios descreviam o nosso sistema solar como um conjunto de 12 corpos celestes significativos. Na linguagem zodiacal, estes astros são todos chamados”planetas”, embora, entre eles, os antigos incluíssem a Lua e o Sol. Isso significa que os mesopotâmicos, não somente possuíam um inexplicável conhecimento astronômico; eles também afirmavam a existência de planetas que somente a ciência contemporânea pôde reconhecer, como o longínquo Plutão, hoje destituído de seu status planetário; os miteriosos Urano e Saturno e o até hoje desconhecido porém procurado 12º planeta, este que os sumérios denominavam Nibiru. Ora, se os sumérios, há 6 mil anos, estavam corretos em relação aos nove planetas reconhecidos hoje porque não poderiam estar, igualmente corretos, em relação a Nibiru? Meditemos…

DIREITA: Ut’napishtim, o Noé da Suméria, resgata Gilgamesh do meio dos oceanos durante o Dilúvio provocado pelos Anunnaki.

Há seis mil anos atrás, os Sumérios conheceram um planeta chamado Nibiru. Era o planeta de origem de um povo descrito pelos antigos como “raça de deuses”. Os nativos de Nibiru visitaram a Terra no passado influenciando decisivamente a cultura humana. Artefatos e tabuletas cuneiformes de argila e pedra encontradas no Iraque referem-se claramente a um planeta de onde vieram viajantes cósmicos.

A herança deste remotos alienígenas aparece na avançada tecnologia dos sumérios e de outros povos ao redor do mundo. Muitas relíquias não são acessíveis ao público que, assim, desconhece essa face da mitologia mesopotâmica. No caso dos sumérios, sua cultura é a mais antiga do Ocidente. Entretanto, seu sistema matemático e o calendário permanecem atuais.

Aos poucos, a pesquisa sobre Nibiru começa a aparecer, ainda que o planeta seja chamado por outros nomes, como , 12º planeta ou “planeta da cruz” (Planet of the crossing). Os sumérios tinham doze corpos celestes em seu zodíaco, contando o sol e a lua e mais DEZ Planetas que, afirmavam, pertencem ao nosso sistema solar.

Hoje os cientistas estão procurando este planeta misterioso nos confins do espaço; a NASA se empenha nessa pesquisa e os especialistas investigam porque já têm certeza de que o “Planeta X” existe. Observado há milhares de anos passados, Nibiru não é visto nos céus contemporâneos. Isso acontece porque a órbita do 10º planeta (12º astro dos sumérios) é uma elíptica extremamente alongada. Durante milênios, o globo se mantém longe do sol e da vista dos terráqueos, muito além da órbita de Plutão.

Os Sumérios descrevem o Planeta X ou Nibiru, no ponto mais extremo de suatrajetória, distante da Terra aproximadamente 30 milhões de anos-luz. Os viajantes de Nibiru que chegaram à Terra são chamados Anunnaki e foram considerados deuses. A tradição conta que os Anunnaki possuíam “servos” que eram “seres andróides”. Não eram seres vivos mas agiam como se fossem.

Zecharia Sitchin

Zecharia Sitchin é lingüista, perito em escrita cuneiforme (suméria) e em muitas outras linguagens antigas. Em 1976, publicou The Tewlfht Planet e assim começou sua trajetória transformadora da pesquisa da história antiga. Em 1993, lançou seu sexto livro, parte da série de Earth Chronicles (Crônicas da Terra) – When Time Began. Este último livro fala das relações entre o complexo calendário de Stonehenge, as ruínas de Tiahuanacu, no Peru, a antiga cultura suméria e, por extensão, a conexão desses monumentos antigos com os Anunnaki. Sitchin defende que os Anunnaki não são uma alegoria ou criação fabulosa dos sumérios; antes, são seres humanóides que habitam o misterioso planeta Nibiru.A órbita excêntrica, extensa de Nibiru, faz com que o planeta passe milênios totalmente invisível à observação no centro do sistema solar. Zecharia Sitchin acredita que quando a posição de Nibiru é favorável, ciclicamente, os Anunnaki – habitantes de Nibiru – visitam a Terra e interferem no curso da história humana. O ano de Nibiru corresponde a 3 mil e 600 anos terrenos, período regular de intervalo entre as visitas dos Anunnaki.

Sitchin já decifrou mais de dois mil cilindros e fragmentos de cerâmica com inscrições da Mesopotâmia, alguns de 4.000 a.C., que fazem parte do acervo de museus de todo o mundo. Um desses fragmentos, que se encontra na Alemanha, indica que a Terra é o “sétimo planeta”, contando a partir de Plutão. Ocorre que Plutão somente foi descoberto pela astronomia moderna no início do século XX. Como os sumérios poderiam saber de tal coisa?

O lingüísta acredita que, na antiguidade, seres extraterrenos conviveram com antigos mesopotâmicos e foram os “instrutores”, os deuses da humanidade dos primeiros tempos históricos (pós-advento da escrita). Comparando as mitologias da Criação de diferentes culturas, verifica-se a coincidência dos mitos, que são recorrentes nas referências a uma “colonização” ou instrução das primeiras nações humanas por seres superiores, que vieram do espaço e se encarregam de ensinar aos homens primitivos as “artes” que caracterizam as civilizações.

Sempre buscando a identidade desses “instrutores celestes”, Sitchin começou sua jornada pelo mundo das cidades antigas e dos grandes impérios do passado. Uma de suas conclusões mais significativas afirma a existência, em Marte, de uma estrutura alienígena, artificial, de forma piramidal, situada na região denominada Cydonia. Essa pirâmide não é a única; sua distância em relação a outra estrutura semelhante é proporcionalmente idêntica à distância que existe entre a Esfinge e as pirâmides do Egito.

Essas relações entre pirâmides podem significar que elas servem como marcos topográficos para viajantes celestes, como os Annunaki, tanto na Terra quanto em Marte. Sitchin acredita que as pirâmides de Gizé não foram um realização dos egípicios. Em 1993 foi divulgada a descoberta de que a Esfinge é dois mil anos anos antiga do que se pensava, o que reforça a teoria de Sitchin.

O Buraco de Saddam

Polêmico, Sitchin fundamenta suas teorias em rigorosas traduções dos textos sumérios, escrituras Védicas (indianas) e textos originais da Bíblia escritos em hebraico e grego. O local, na Terra, de chegada ou aterrisagem dos Annunaki é uma região chamada Eridu, sul do Iraque. A dificuldade de captura de Saddam Hussein decorreu do fato de que seu esconderijo, o “buraco” onde foi encontrado o ditador, é parte de uma pirâmide construída na antigüidade e desconhecida dos arqueólogos que trabalham naquele país.

O Céu do Hemisfério Sul

A NASA localizou uma maciço e negro objeto cósmico nos céus do hemisfério sul, fato que pode justificar a recente reativação de telescópios na Argentina e no Chile. Sitchin, que visitou vários observatórios astronômicos da antigüidade, constatou que todos privilegiam a visão do quadrante sul e também estão localizados na mesma latitude da Terra.

Muitos desses observatórios permitem medir com exatidão o nascer do sol e da lua. É possível que esse notável interesse pelo céu tenha sido motivado pela expectativa de um retorno desses alenígenas que foram, no passado, considerados criadores e instrutores da raça humana.
Anunnaki: na língua suméria significa “Aqueles que desceram dos céus”; para os hebreus eram Nefilim, Elohim; em egípcio, Neter. Descobertas arqueológicas e artefatos recolhidos nos últimos duzentos anos são o fundamento da teoria de que uma avançada civilização proveniente de um planeta distante, porém pertencente ao sistema solar do qual a Terra faz parte, chegou ao golfo Pérsico a cerca de 432 mil anos atrás; eram os Anunnaki. Os visitantes estelares colonizaram a Terra com o propósito de obter grandes quantidades de ouro. Sua mão-de-obra foi arrebanhada entre os humanos primitivos, que foram manipulados geneticamente.

Há 250 mil anos, o sistema de colonização alienígena começou a decair; os operários das minas (terráqueos) começaram a se rebelar contra as condições de trabalho e os Anunnaki, então, decidiram criar um ser que pudesse substituir os humanos primitivos. O experimento de engenharia genética teve de ser refeito. Enki, cientista genético e Ninhursag, chefe de medicina, criaram híbridos usando material do homo erectus, de animais e dos próprios Anunnaki. O resultado foi o homo sapiens, que veio ao mundo para ser escravo! Os primeiros homens, sendo híbridos, não se reproduziam. Novos ajustes foram feitos e, assim, a espécie pôde procriar.

Quando os sapiens tornaram-se muito numerosos, parte deles era expulsa das cidades Anunnaki e, assim, gradualmente espalharam-se no planeta. Mas as criaturas surpreenderam os criadores: eram belos e se desenvolviam muito bem. Algumas fêmeas começaram a servir de parceiras sexuais para os colonizadores. Essas uniões eram férteis, produziam prole. Era uma situação inaceitável para a maioria dos Anunnaki que decidiram exterminar a população colonizada – a humanidade – provocando uma colossal inundação em época próxima à reentrada de Nibiru nas proximidades da órbita da terra. Esse dilúvio aconteceu há cerca de 12 mil anos atrás.

Muitos humanos foram salvos por Enki, que simpatizava com aqueles que ele mesmo havia criado. Por milhares de anos, homens e mulheres foram escravos e soldados. Os Anunnaki usavam seus servos nas guerras que travaram entre si, na construção de palácios e cidades, em instalações astronômicas situadas em todos os continentes. Eles ocuparam não somente a Mesopotâmia, mas também o Egito, a Índia, as Américas. Por isso os sinais de sua presença são encontrados em todo o mundo.

Seis mil anos depois do dilúvio, os Anunnaki que aqui permaneceram resolveram que era hora de deixar o planeta e, gradualmente, conduziram a raça humana à independência, introduzindo um sistema sociopolítico fortemente hierarquizado. Linhagens de reis foram estabelecidas, possivelmente considerando a descendência dos Anunnaki: eram os “Iniciados”, versados em ciências como matemática e astronomia, conhecedores de técnicas de medicina, arquitetura e engenharia. Dinastias cuja continuidade era feita por meio “colégios” – os “colégios dos mistérios”.

A Evidência Astronômica

A prova definitiva da veracidade da tradição suméria seria o reconhecimento científico de um décimo planeta (ou 12º astro) no sistema solar, ou seja, a “descoberta” de Nibiru com tamanho, órbita e outras características descritas nos registros da Mesopotâmia.

Plutão foi descoberto em 1930 e Caronte, sua lua, em 1978. A análise de Plutão mostra que determinadas peculiaridades da órbita deste planeta e também das órbitas de Urano e Netuno somente podem ser explicadas pela existência de um planeta desconhecido que deve ser bem maior que Plutão e mesmo a Terra.

Entre 1983 e 1984, o IRAS – Infrared Astronomical Satellite produziu observações relacionadas a um décimo planeta. Em 1992 novas descobertas foram publicizadas sobre um planeta a mais no sistema, denominado “intruder – “planeta intruso”. Os cientistas começaram, então, a confrontar os dados da astronomia com as traduções de Zecharia Sitchin, em especial, a tradução do documento Enuma Elish, que contém a história da formação deste sistema solar. São anais muito antigos que falam de um planeta do tamanho de Urano chamado Tiamat, cuja órbita passa entre Marte e Júpiter.

O grande planeta Nibiru foi capturado pela força gravitacional do sistema solar e sua entrada no conjunto causou anomalias nas luas dos outros planetas. Nibiru colidiu com Tiamat e enormes fragmentos entraram na órbita da Terra. Um desses fragmentos veio a ser a Lua.

O interesse de antigos e contemporâneos por Nibiru decorre de uma questão muito prática. Os relatos arqueológicos são claros: a passagem deste planeta a cada 3 mil e 600 anos nas proximidades da Terra produz efeitos sensíveis na realidade ambiental; catástrofes são desencadeadas. A passagem de Nibiru é, possivelmente, a causa da mudança nos pólos da Terra, dos regimes da marés, dos padrões climáticos, dos desvios da órbita e choque com asteróides que são arrastados pelo “intruso”. Nibiru pode ter provocado, por exemplo, a extinção da vida em Marte ou o fim da época dos dinossauros.

MISTÉRIO DE TIAMAT: O OUTRO NOME DA TERRA

Há 500 mil anos atrás o planeta Terra não se chamava “Terra”. O nome “Terra”, do grego gaia, é uma inovação recente. Seu nome mais antigo é Tiamat. Era um lugar completamente diferente do que é hoje e localizava-se no espaço em outra posição, mais distante do sol, entre Marte e Júpiter. Marte, que ficava mais perto do sol era, então, completamente habitável, com um clima temperado e água abundante em estado líquido. Este fato, embora não divulgado, já foi amplamente verificado pela NASA e outros grupos científicos.

Tiamat estava mais próximo da estrela Sírius (ou Sothis, como a chamavam os antigos egípcios). O sistema planetário de Sírios e o sistema da estrela que chamada Sol eram parte de um mesmo e único sistema maior, parte de uma unidade cósmica. Os dois sistemas ainda são gravitacionalmente conexos com um terceiro sistema, outro fato que começa a ganhar espaço nos meios científicos.

O “Sistema Regional de Sírius” evoluciona em torno de um sol central chamado Alcyone, estrela situada na constelação das Pleiades ou “Quadrante das Pleiades”. O conjunto Sol-Sírius-Alcyone descreve uma órbita ao redor do centro da galáxia (Via Lactea) em direção da estrela de Sagitário. Todo o movimento orbital do megasistema tem uma duração de 200 milhões de anos. Este grande ciclo deve completar uma revolução em 21 de dezembro de 2012, data prevista pelos maias para a deflagração de uma catástrofe mundial apocalíptica.

FONTE: SOLÀRION, Robertino. A Brief History Of Planet X Nibiru, 2003. IN APOLLONIUS.NET

A Evidência Tecnológica

Há muito tempo escavações arqueológicas têm trazido à luz artefatos, ferramentas, máquinas e registros que surpreendem, pelo seu avanço, as expectativas dos estudiosos. São objetos inexplicáveis para a ciência histórica acadêmica. No deserto do Iraque foram encontradas baterias de argila com eletrodos datadas em 2 mil e 500 anos antes de Cristo; em uma pirâmide funerária, havia um modelo de aeroplano perfeitamente funcional.

Mais recentemente, a redescobeta de ouro monoatômico em sítios arqueológicos do Oriente Médio veio reforçar a crença em civilizações do passado altamente sofisticadas. As substâncias monoatômicas são supercondutoras de energia em temperatura ambiente e possuem propriedades anti-gravitacionais. Somente nos últimos anos o ouro monoatômico tem sido investigado pela física. Arqueologicamente, entretanto, o ouro monoatômico mesopotâmico é conhecido desde 1889, quando sir Flinders Petrie demonstrou que o material era produzido há 3 mil anos atrás.

A Evidência Documental

O registro histórico documentado da existência e das realizções dos Anunnaki começaram a aparecer desde os primeiros anos do século XIX. A escavação de antigos sítios arqueológicos mesopotâmicos revelaram uma avançada civilização Suméria. Milhares de lâminas de argila contêm escrituras relacionadas não somente com às questões do cotidiano, como o comércio, os casamentos, as ações militares e sistema de cálculos astronômicos; as tábuas cuneiformes também falam dos Anunnaki.

Fica evidente que os sumérios sabiam perfeitamente que aqueles aliens eram criaturas vivas, de “carne e osso”. A Biblioteca de Assurbanipal, apesar de ter sofrido um incêndio, não perdeu nada de seus documentos feitos de argila, resistente ao fogo. Assim, foram preservadas 400 tabuletas cuneiformes que contêm a história dos tempos arcaicos, sem falhas; uma espécie de “cápsula do tempo” feita de barro cozido. São estes documentos que contam a saga dos Anunnaki.

A Evidência Genética

Os registros sumérios localizam o laboratório, onde os Anunnaki criaram o homo sapiens na região leste da África Central, próximo às minas de ouro. É uma área que coincide com o lugar onde foi encontrado o mais antigo DNA mitocondrial, pertencente ao fóssil que ficou conhecido como Lucy. Os arqueólogos também encontraram ruínas de minas de ouro de 100 mil anos. Os documentos descrevem, ainda, os avanços da engenharia genética. O rápido progresso da espécie humana sapiens, que chega a Marte apenas 250 mil anos depois de começar a realmente “sair das cavernas” é notavelmente anômalo diante dos milhões de anos que foram necessários para consolidar os membros mais antigos do nicho dos homo erectus

FONTE
Giants Upon the Earth – por Jason Martell, ANCIENT-X – Planet X: Past and Present – ANCIENT-X – Zecharia Sitchin – ANCIENT-X

MORGELLONS – Doença criada com nanotecnologia e disseminada pelos rastros químicos (Chemtrails)

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MORGELLONS – Doença criada com nanotecnologia e disseminada pelos rastros químicos (Chemtrails)

Morgellons é dispersado no ar como um pó. Esse “pó”, é um produto da nanotecnologia, produzido em laboratório, e é um dos elementos que estão sendo pulverizados por aviões, (foto abaixo) normalmente em grande altitude e preferencialmente a noite. Mais informações sobre os rastros químicos aqui.
 Rastro químico (chemtrails)
Rastro químicos sendo aplicados

 

 

 

 

 

Doença causada por Morgellons
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Veja o vídeo abaixo para melhor compreensão.

Doença de Morgellons:

A doença de Morgellons é misteriosa e controversa.

A doença de Morgellons é uma desordem misteriosa da pele caraterizada por dores e por sensações de rastejamento sob na pele. Embora a doença de Morgellons não seja reconhecida extensamente como um diagnóstico médico, (claro, foi criada recentemente) os peritos dos centros para o controle e prevenção de enfermidades (CDC) estão investigando suas características e demais aspectos.
Quais são os sinais e os sintomas da doença de Morgellons?

De acordo com a fundação de pesquisa de Morgellons, os sinais e os sintomas preliminares da doença de Morgellons incluem:
  • Lesões de pele, acompanhadas frequentemente de dor e de prurido intenso
  • Fibras nas lesões – que podem ser brancas, azuis, vermelhas ou pretas
  • Sensações de rastejamento sob a pele, comparada frequentemente aos insetos que movem-se, picando ou mordendo
  • Dor nas juntas e nos músculos
  • Fadiga significativa que interfere nas atividades diárias
  • Inabilidade de concentrar-se e dificuldade com memória a curto prazo
  • Mudanças de comportamento
Outros sinais e sintomas podem incluir:
  • Mudanças na visão
  • Dor de estômago ou outros sintomas gastrintestinais
  • Mudanças na textura e na cor da pele
A doença de Morgellons compartilha de caraterísticas com as várias doenças já conhecidas, incluindo a desordem de déficit de atenção, a síndrome crônica da fadiga, a doença de Lyme, a desordem obsessionante, e uma enfermidade mental que sugere uma infestação por parasita (parasitose delusória).
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As pessoas infestadas por MORGELLON começam a sentir o equivalente a picadas de insetos no interior de sua pele.
Sentem a sua carne ser comida por dentro até que uma ferida purulenta apareça, e outras, e mais outras vão aparecendo por todo o corpo, o que causa dores terríveis.
Os MORGELLONS teem o tamanho de um grão de arroz ou mais, e não possuem forma bem definida, se reproduzem e se espalham pelo corpo atacando inclusive os ossos e as articulações.
Os MORGELLONS possuem uma espécie de bico, que se estendem e furam a pele, semelhante ao periscópio de um submarino, e possuem alguma inteligência.
Podem ser azuis, brancos, pretos, ou vermelhos e seus “bicos” só se queimam em altas temperaturas.

Suspiros

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Há anos que não fazia suspiros mas, hoje, para aproveitamento de três claras de ovo que tinham sobrado da receita que tinha confeccionado para o jantar, deu-me na “onda” de suspirar heheheh
A receita é muito simples e só tive de me acautelar com a temperatura do forno para não ultrapassar o tom douradinho que pretendia que os suspiros apresentassem.
No fim acho que não me sai mal.
Aqui está a foto :

Se também quizerem experimentar fazer, aqui está a receita :
Ingredientes:
3- Claras de ovos
500 G de açucar
Raspa de um limão
Alternativa: Um punhado de pinhões ou nozes partidos em pedaços
Preparação :
Bata as claras com o açucar até engrossarem ao ponto de quase susterem a colher de pau em pé.
Eu pus a minha filha a batê-las até ela dizer que já não podia com os braços hehehe.
Foi aproximadamente 20 minutos.
Adicione a raspa do limão e os pinhões ou nozes se optou por as acrescentar.
Em seguida espalhe forminhas de papel no tabuleiro do forno até preencher o fundo por completo (+/-35 forminhas).
  Se tiver forminhas coloridas os suspiros depois ficam mais bonitinhos.
Eu só tinha brancas agora por isso, foi as que usei.
Use uma colher de sopa para encher cada forminha.
Depois de todas cheias leve o tabuleiro ao forno por uns 15 ou 20 minutos no máximo, em temperatura baixa.
Vá controlando para não deixar que fiquem muito secos ou escuros.
Depois é só colocar num prato raso grande ou travessa… qualquer recipiente à sua escolha.
E pronto!
Já tem uma guloseiminha para o fim de semana 🙂

Chuva, enchentes e terremoto no Japão e Coreia do Sul

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Depois de tanta tragédia já ocorrida no Japão, parece que a natureza decidiu mesmo acabar com o país.

Ainda mal os japoneses se refizeram da anterior catástrofe e já estão a braços com outra decorrente de uma violenta tempestade que se abateu no sul do país obrigando a 390 mil pessoas a deixarem as suas casas por causa da enchente que se seguiu.

Veja o filme :

Japoneses_deixam_suas_casas_por_causa_da_chuva.wmv
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Como se isso não bastasse às 3:54H ( horário local ) noutro ponto do país, desta vez a nordeste, próximo da costa leste de Honshu, um forte terremoto com magnitude preliminar de 6.4 graus sacudiu tudo, provocando um valente susto à população que no entanto não sofreu grandes danos nem recebeu nenhum alerta de tsunami.

Os vizinhos próximos, na Coreia do Sul também estão a braços com as chuvas fortes e enchentes que já provocaram várias mortes.

Veja também o filme

Enchentes_atingem_Coreia_do_Sul.wmv
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"Estamos a matar as estradas municipais, onde hoje se morre mais"

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Manuel João Ramos, presidente da Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados e professor universitário, é o rosto da luta contra a sinistralidade rodoviária no País e alerta que, devido à crise, os portugueses estão a circular cada vez menos pelas auto-estradas, preferindo itinerários complementares

Portugal foi o único País da União Europeia onde aumentou a mortalidade rodoviária no último ano. Porquê?
Sempre que ocorre um processo de motorização mais ou menos rápido é acompanhado por uma descida da mortalidade, porque as pessoas ficam mais familiarizadas com o risco e há sempre tendência para a redução do desastre grave. É a lei de Smeed. E nós, até agora, beneficiámos desta lei. Os números da mortalidade rodoviária têm vindo a baixar desde 2000 em Portugal. Beneficiámos também com o facto do Norte da Europa ter feito exigências no sentido de diminuir o risco rodoviário, que passaram pela melhoria da concepção dos automóveis e pela introdução de um conjunto de instrumentos de segurança activa e passiva, que são fundamentais para a redução da mortalidade.

O parque automóvel também se modernizou.
Tivemos uma grande modernização do parque automóvel. Assim, apesar de os desastres graves não terem diminuído, estes mecanismos salvaram mais vidas. Há uma medida, onde gostamos de pensar que tivemos algum contributo, que foi olhar para os pontos negros e resolver problemas nas infra-estruturas. Nenhum destes factores teve a ver com “avanço civilizacional” dos portugueses que o Ministério da Administração Interna tem referido. Por isso, chegados ao fim deste ciclo, da dita lei de Smeed, este aumento não é de admirar. Até porque a Brigada de Trânsito foi extinta, a PSP tem problemas tremendos em termos de recursos humanos, financeiros e materiais. O sistema de fiscalização não dá re sposta e as multas prescrevem às centenas de milhar a cada ano.

A Justiça é realmente justa quando em causa estão crimes cometidos nas estradas?
Todos estes aspectos contribuem para um sentimento de impunidade que continua muito elevado. Temos processos em tribunais cíveis que chegam aos dez anos. Tanto em termos legislativos como em termos de jurisprudência e de prática de tribunal, temos autênticos desastres. Não temos tipificação de crime rodoviário, que é tratado como qualquer outro crime. Nestes casos não há culpa e o causador de um acidente rodoviário também é uma vítima do desastre. Como ninguém pensa seriamente sobre o assunto, quando a sanção é aplicada, geralmente é simbólica. Portanto, o crime rodoviário em Portugal de alguma forma compensa, porque é mantido impune. A educação para a cidadania rodoviária em Portugal também é uma anedota. O INEM funciona hoje melhor no local, mas o sistema de urgências nos hosp itais não funciona tão bem como o de emergência médica, pelo que as pessoas acabam por falecer mais a 30 dias do que no local do acidente. Por tudo isto, acredito que não foi certamente pela acção governamental que conseguimos reduzir a mortalidade nos últimos anos, mas por factores exógenos. O Governo sabe os números das mortes a 30 dias e foi com números falsos que recebeu um prémio europeu pela redução da mortalidade nas estradas. A estratégia oficial de combate à sinistralidade rodoviária em Portugal tem sido dormir à sombra da bananeira e esconder o problema debaixo do tapete. A sinistralidade rodoviária custa 5% do PIB e por isso gostaríamos de saber o que é que este Governo vai fazer nos próximos anos. Era bom que tivesse uma estratégia e que não morresse com um novo Governo. Reduzir a mortalidade rodoviária a uma questão cultural é uma falácia. É propaganda.

Não é um contra-senso Portugal ter tantas infra-estruturas recentes e 70% da sinalização rodoviária estar incorrecta?
Julgo que 70% é um número conservador. E são vários os contra-sensos. Apostámos tanto na circulação rodoviária que descurámos transportes públicos, estamos a matar o transporte ferroviário – que é muito mais sustentável – e estamos a matar as estradas municipais, onde hoje se morre mais. Aliás, com a falta de dinheiro, há cada vez mais gente a evitar circular em auto-estradas. A tendência é no sentido dos itinerários complementares serem sobrecarregados. E é nestas vias que se encontram alguns problemas, como o de traçado, que contribuem para uma sinistralidade bastante alta. O facto de os transportes de mercadorias procurarem vias sem portagem vai implicar mais sinistralidade grave com mortalidade.

“Portugal tem um grave problema de iliteracia funcional”

Domina várias línguas e tem conhecimento aprofundado sobre temáticas muito distintas. A escola de hoje continua a fo rmar alunos desta estirpe?
Não tenho conhecimento prático dos ensinos básico e secundário, mas parece-me que, apesar da carga burocrática e das agressões do Ministério da Educação às escolas, há vontade de trabalhar e é possível fazer coisas muito interessantes. Há alunos muito interessados. O problema é que hoje, nas minhas aulas, no ensino superior, recebo estudantes que não deviam lá estar. A universidade, tal como a conhecíamos, morreu. O que temos é um sistema empresarial, que se apropriou do nome universidade para vender certificados que iludem as pessoas. E as pessoas sentem uma necessidade ilusória de ter um certificado para fazer qualquer coisa na vida. Quando acabam o terceiro ciclo (doutoramento) estão definitivamente desempregadas e perderam competitividade em relação a quem tem vinte anos. Há pessoas que estariam mais felizes e realizadas se não estivessem a frequentar o ensino superior, e que podiam estar a fazer trabalhos mais práticos. Se queremos ter ensino superior de qualidade não podemos ter massificação. O ensino superior pago não traz excelência, apenas um tipo de mediocridade diferente da mediocridade do ensino superior gratuito. Mas como gerir um ensino superior que seja simultaneamente de qualidade e de massas? Não existe. É um paradoxo. Se é de massas, admitamos que não temos de fazer as pessoas pagar por isso.

Há quem defenda que os acordos de Bolonha não favoreceram a qualidade.
Os acordos de Bolonha vieram trazer ao ensino superior grandes incongruências. Um aluno de doutoramento não sabe mais do que um aluno de licenciatura ou de mestrado. É o efeito da interdisciplinaridade. Como os alunos podem mudar de área entre licenciatura, mestrado e doutoramento, estão sempre a começar do zero. O ensino superior deixou de ser uma espécie de acumulação e de aprofundamento de conhecimento para ser uma espécie de estante de supermercado onde as pessoas podem i r buscar uma ou outra temática. Transformou-se o que devia ser precisamente o motor da universidade, que é o aprofundamento do conhecimento. Tornou-se uma folclorização de comportamentos e uma mercantilização total dos gostos dos consumidores.

Também há pais que se demitem do papel de educadores. Quais são as consequências?
Portugal tem um grave problema de iliteracia funcional, de adaptação da sociedade a formas de funcionamento que exigem raciocínio rápido e articulado. E é por isso que as coisas nos são impostas e nós aceitamos. Não há capacidade de discussão, de argumentação. Temos pessoas completamente empenhadas no seu dinheiro, espaço e tempo, que trabalham, e não são capazes de dar resposta a exigências fundamentais na construção de uma vida familiar. No Norte da Europa trabalhar de mais não é socialmente bem visto, porque isso significa descurar a família. Em Portugal, temos cada vez mais famílias disfuncionais, que não são capazes de acompanhar a vida dos filhos. Temos a disfuncionalidade de uma geração que não se consegue inserir, nem compreender.

Como chegámos até aqui?
Destruímos a nossa economia agrária pelas mãos do então primeiro-ministro Cavaco Silva. E agora é o Presidente Cavaco Silva que nos diz para retornar à economia agrária? Não é possível. Matámos numa geração a possibilidade de ter a mínima sustentabilidade do País, tornámo-nos num País de con-
sumidores de produtos alemães, que nada produz. Com isso, perdemos referências culturais e o mínimo de identidade cultural. Encontramo-nos numa sociedade dita multicultural e ninguém sabe o que fazer dela. Não temos hoje nenhuma outra identidade cultural que não seja a de consumidores e de escravos de um sistema para o qual não contribuímos muito. E basta ver os índices de votação dos portugueses nas eleições europeias. Nós nem percebemos que é a nível europeu que a maior parte das decisões são hoje tomadas.

A Etiópia tem melhores hipóteses de sobrevivência porque não perdeu cultura

No actual momento de crise, que consequências pode ter o desinvestimento do Governo na cultura?
Muito pouco. A cultura tornou–se uma ementa importante na propaganda dos governos. Mas não há no funcionamento escolar e educativo qualquer empenho em dirigir para manifestações culturais e para sensibilização cultural dos jovens. Não há educação para a música, nem para a pintura, e tudo depende do voluntarismo dos professores, num sistema que não premeia estas coisas e as vê como acessórias. Havia muito a fazer, e nunca ninguém fez, no sentido de definir o que é a cultura, porque a única coisa que se tem feito é ver o que se promove lá fora e apoiar esta ou aquele área, só porque parece que esta ou aquela é que está a dar. O meu pai teve um contributo muito relevante na modernização do teatro a partir d os anos 50 e é como se não tivesse existido. Por que é que as vozes incómodas são silenciadas neste País? Precisamente porque não existe a noção de que a cultura se faz de diálogo. Somos um País que vive sob o peso do processo inquisitorial. Uma posição de divergência, de diálogo, de oposição é vista como um anátema. O meu pai sempre achou que o teatro não devia ser subsidiado. Achava que o teatro só devia existir porque o público o queria, caso contrário não devia existir. Os seus pares, que vivem subsidiados, não gostam desta opinião e portanto não o reconhecem como pessoa memorável. O meu pai reflecte a ausência de uma base de valorização cultural da sociedade.

O que podem aprender os portugueses com os etíopes?
Carlos Lopes simboliza o que aconteceu aos portugueses. Éramos um povo de montanheiros, de pessoas magrinhas, pequeninas e que tinham grande resistência física. Hoje estamos sedentarizados ou em frente ao volante, ou em frente ao ecrã. Somos obesos, porque perdemos a capacidade de ter mobilidade própria. O exemplo dos etíopes e dos seus maratonistas devia fazer-nos pensar nas vantagens de não ter tantos carros nem ecrãs. Apesar de saber as dificuldades pelas quais a Etiópia passa, a verdade é que nos próximos anos a Etiópia está mais preparada para o impacto da crise. Nós esquecemo-nos que o petróleo é um bem escasso, ao qual estamos muito agarrados, e nem sei o que faremos ao imenso parque automóvel quando o petróleo passar rapidamente para os três dólares. A Etiópia, que continua a ser um país agrário (cerca de 85%), tem melhores hipóteses de sobrevivência a longo prazo porque não perdeu cultura, nem perdeu capacidade de andar a pé nem de viver com poucos recursos. Nós, que nunca tivemos grandes recursos naturais, nem mentais, e que andamos historicamente a depredar outros países, não podemos pensar que vamos depredar financiamentos europeus.

A crise reaproximou os portugueses dos povos africanos no mundo dos negócios. Que conselhos daria aos empresários interessados em África?
Aquilo que a dita integração europeia nos levou a pensar é que éramos europeus, quando os europeus acham que não somos europeus. A realidade de Napoleão continua mais ou menos clara e a Europa termina nos Pirinéus. Não temos estruturas económicas nem políticas que se possam equivaler. Andamos a comprar e a copiar modelos que não funcionam num País com poucos recursos económicos, infra-estruturais, culturais. Dá-nos a impressão que não somos africanos, mas se calhar somos muito mais africanos do que admitimos. São grandes as nossas semelhanças com o Magreb. Os empresários portugueses têm toda a vantagem em olhar para Espanha, Marrocos, Tunísia. E especialmente para Cabo Verde, que é uma luz muito importante em toda a África Ocidental em termos de ensino, qualidade intelectual. Cabo Verde pode ser uma porta para Portugal perceber que tem um lugar neste mundo, entre Magreb, África Ocidental e Mediterrâneo, e para deixar de alimentar sonhos europeus. n

Um homem de compromisso
Manuel João Ramos, filho do actor e encenador Jacinto Ramos, nasceu em Lisboa, em 1960. É casado e tem três filhos. É licenciado em Antropologia, mestre em Estudos Literários Comparados e doutorado em Antropologia. Dá aulas no ISCTE, e interessa-se por áreas de investigação tão variadas como: Estudos Etíopes, Estudos do Risco, Mitologia Cristã, Literatura de Viagem, Antropologia da Arte, Antropologia Visual, Conhecimento Antropológico, Antropologia do Simbólico e Cognição. Domina ainda várias línguas, como: Espanhol, Francês, Inglês, Alemão, Italiano, Catalão e Amárico (falado na Etiópia). Fundou o Núcleo de Estudos de Antropologia do ISCTE, também o Centro de Estudos de Antropologia Social, é membro de algumas associações internacionais, e publicou cerca de vinte l ivros sobre viagens, mitologia cristã, memória e identidade, pescadores, entre outros temas. É, contudo, mais conhecido pelo público enquanto presidente da Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados, que fundou em 1999, depois de ter perdido uma filha num acidente no IP5. A perda levou-o à criação da petição Contra a Guerra Civil nas Estadas Portuguesas e, com 10 mil assinaturas recolhidas, achou que tinha uma “responsabilidade” e um “compromisso” para com os portugueses. Desde então tem abraçado a causa e é o rosto da ACA-M.

Fonte: Jornal de Leiria

Chinook MH-47 manobra em água

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Extraído de um vídeo da U.S. Navy SEAL dentro de um helicóptero MH-47 Chinook

O piloto abrandou a velocidade e deixou baixar a rampa do Helicóptero para a água inundar parcialmente o compartimento (uma manobra que exige muitíssima concentração e precisão do piloto), enquanto aguarda que os Navy SEALs embarquem com sua F470 Zodiac!