Nobel da Paz 2011 foi atribuido a 2 liberianas e 1 iemenita

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OSLO – A presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf e a sua compatriota Leymah Gbowee, que mobilizaram as mulheres contra a guerra civil do seu país, e a ativista iemenita Tawakkul Karmam, partilharam o Prêmio Nobel da Paz de 2011, anunciado nesta manhã em Oslo, na Noruega.

A atribuição do prémio a estas mulheres é um forte sinal a favor de um maior poder e participação das mulheres em movimentos em defesa da paz.

O presidente do comité do Nobel, Thorbjoern Jagland, argumentou que as premiadas foram recompensadas pelas suas lutas pacíficas em prol da segurança das mulheres e pelos seus direitos para participar na construção da paz.

Ellen Johnson-Sirleaf é presidente da Libéria desde 2005.

Líder do Partido da Unidade, foi a primeira mulher eleita Chefe de Estado de um país africano.
A também liberiana Leymah Roberta Gbowee é uma ativista do movimento pacífico que levou ao fim da segunda guerra civil neste país africano em 2003 e que conduziu dois anos mais tarde à eleição de Ellen Johnson-Sirleaf.

Já Tawakkul Karman, a terceira premiada deste ano, é jornalista e uma das líderes da luta pacífica pela destituição do presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh.
Mãe de três filhos, partiu para este luta inspirada pelos movimentos populares de contestação vitoriosos na Tunísia e no Egito.

As vencedoras vão dividir o prêmio no valor de US$ 1,5 milhão.

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