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O pudim mais caro do mundo – World’s Most Expensive Pudding

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Sobremesa, senhor ? São £ 22.000 , por favor…

Dessert, sir? That’ll be £22,000 please… Lake District restaurant whips up the world’s most expensive pudding

  • Feita com champanhe, caviar e ouro
  • Made with champagne caviar and gold
  • O topo é enfeitado com um diamante de dois quilates.
  •  Topped off with a two-carat diamond

By Simon Tomlinson – Last updated at 5:21 PM on 10th October 2011

Por muito tentadora que esta sobremesa lhe pareça, provavelmente vai perder o apetite quando souber quanto ela custa.

As tempting as this dessert looks, you might just lose your appetite when you see the price tag.

No estilo dos ovos de Pascoa de Fabergé, a mistura de chocolate é o suporte de uma lágrima com o valor de  £22.000.

Styled like a Faberge Easter egg, the chocolate concoction will set you back an eye-watering £22,000.

Acredita-se que esta sobremesa bateu todos os anteriores recordes com a sua lista de sumptuosos ingredientes que incluem ouro, chamapanhe, caviar e um diamante de dois quilates.

It’s believed to have battered all previous records courtesy of its lavish list of ingredients, which includes gold, champagne caviar and a two-carat diamond.

Cadbury, eat your heart out: This dessert is made with four different types of finest Belgian chocolate and dressed with champagne caviar and gold leaf. The piece de resistance is a two-carat diamond

Cadbury faz saltar o seu coração : Esta sobremesa é confecionada com quatro tipos diferentes do amis fino chocolate Belga que é coberto com champanhe, caviar e folha sde ouro. A peça de resistência ( piece de resistence ) é um diamante de dois quilates.

Cadbury, eat your heart out: This dessert is made with four different types of finest Belgian chocolate and dressed with champagne caviar and gold leaf. The piece de resistance is a two-carat diamond

O pudim é confecionado com quatro tipos diferentes do mais fino chocolate Belga condimentado com uma combinação de pessego, laranja e uisque.
The pudding is made with four different types of the finest Belgian chocolate flavoured with a combination of peach, orange and whiskey. É mergulhado em geleia de champanhe e biscoito ligeiro de joconde com glace euma folha de ouro comestível. 
It is layered with champagne jelly and a light biscuit joconde and glazed with edible gold leaf.
Este é um trabalho manual do cozinheiro-chefe d principal hotel da casa de campo em Lineth em Windermer, Cumbria e vai ser lançado na Semana National do Chocolate que se inicia hoje. 
It is the handiwork of Marc Guibert, head chef at Lindeth Howe Country House Hotel in Windermere, Cumbria, and is being launched for National Chocolate Week, starting today.
The chef: Marc Guibert, who works at Lindeth Howe Country House Hotel in Windermere

O chefe : Marc Guilbert, que trabalha no Hotel Lindeth Howe da Casa de Campo em Windermere.

The chef: Marc Guibert, who works at Lindeth Howe Country House Hotel in Windermere

Stephen Broughton, director de controlo de Lindeth Howe disse: ” Marc usou todos os seus talentos culinários para tornar incrível a sua criação de chocolate com champanhe e uma folha de ouro  com a lágrima em diamante no topo”. 

Stephen Broughton, managing director of Lindeth Howe, said: ‘Marc has used all of his culinary talents to whip up a truly incredible concoction of chocolate, champagne and gold leaf, all topped off with a diamond. 

” Tem uma aparência espetacular, sabe incrivelmente bem e tem um preço que correspondente com tudo”
‘It looks spectacular, tastes incredible and has a price tag to match!’

A £ 22.000, esta sobremesa quebra fácilmente o recorde detido correntemente pelo Restaurante Serendipity 3 de Nova Iorque que vendeu o seu Chocolate Frozen Haute o ano passado por uns frescos £ 15.730.

At £22,000, the dessert easily breaks the world record currently held by New York’s Serendipity 3 Restaurant, which was selling its Frrrozen Haute Chocolate last year for a cool £15,730.

Este continha pepitas de ouro Suiço de 24 quilates e era limitado por uma folha de ouro de 23 quilates.

Theirs contains 24 carat edible Swiss gold and is lined with 23 carat edible gold leaf.

Mas o pudim britanico não tomará o seu lugar no livro dos recordes do mundo até que um consumidor o encomende ( o que deverá fazer com três semanas de antecedência ) e desenbolse do seu bolso o valor que ele custa.

But the British pudding will not take its place in the Guinness Book of World Records until a customer has deep enough pockets to order one – which must be done three weeks in advance.

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Nota: Tradução adaptada por mim.

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O restaurante mais antigo do mundo (Espanha – Madrid)

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Serginho Groisman visita o restaurante mais antigo do mundo – Espanha, Madrid

Casa Botìn, o restaurante de Madri é o mais antigo do mundo

Não que a idade de um restaurante deva ser um parâmetro na hora de escolher onde comer.

Mas não deixa de ser sugestivo pensar que o Casa Botìn, em Madrid, é, de acordo com o Guinnes, o restaurante mais antigo do mundo (ano de fundação 1725);

onde dizem que trabalhou como lava pratos, antes de se tornar um dos maiores pintores espanhóis, o jovem Francisco Goya.

Depois desta pequena introdução, vamos ao assunto que mais interessa – a comida.

O restaurante é especializado na cozinha castelhana:

especialidade da casa, o Cochinillo Asado, ou seja, o leitão assado, além de óptimos presuntos (jamon) ibéricos, vinhos e doces.

O restaurante, por causa da sua história e localização, (Calle de los Cuchilleros 17, a poucos metros da Plaza Mayor) está sempre lotado, então vale a pena reservar uma mesa, até mesmo online.

Fonte : GloboVídeos

http://s.videos.globo.com/p2/player.swf

SOJA: a Verdade por trás do Mito

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    Por Flávio Passos

A soja está na moda.
Estrela de capa de revista, onipresente nas prateleiras de lojas de produtos “naturais”, recomendada com louvor por médicos e nutricionistas.
Muitos que se propõem a melhorar a qualidade do que comem começam por acrescentar seus derivados em sua dieta, de fato acreditando que estão a fazer escolhas mais saudáveis.
Atualmente, a percepção geral do público é a de que qualquer coisa que contenha soja é saudável.
Infelizmente isso não é bem verdade.
Toda esta propaganda que promove a soja como um “alimento milagroso” é apenas mais uma armadilha da indústria alimentícia.
Afinal, a indústria da soja é tão grande quanto à indústria do leite (que o promove como “fonte essencial de cálcio”) e a indústria da carne (que a promove como “fonte essencial de proteínas”), e dispõe de grande orçamento para patrocinar estudos e publicidade para colocar a leguminosa em alta.
Promovida como uma alternativa “mais do que saudável” para o leite e para a carne, a soja hoje é adicionada em quase tudo.
Biscoitos, macarrão, salgadinhos infantis, fórmulas nutricionais para bebês, bebidas prontas, suplementos para atletas…
Parece que adicionar soja entre os ingredientes é um bom negócio.
O consumidor realmente acredita optar por algo melhor quando lê a palavra mágica “soja” entre os ingredientes.
Não é a primeira vez que a indústria se aproveita do pouco estudo do consumidor e pincela a realidade com toques de fantasia.
Neste caso, porém, a dimensão da fábula  tornou-se realmente enorme e fala-se até mesmo em “milagre da soja”.
Já passa da hora da verdade ser dita.
E a verdade é que, a menos que seja preparada da maneira correta, a soja é um veneno para a delicada bioquímica do corpo humano.

Sabedoria Ignorada

A soja foi utilizado como alimento pela primeira vez durante a antiga dinastia Chou (1134-246 AC), somente após esta cultura ter aprendido a transformá-la em algo biodisponível através do processo de fermentação, o que fez surgir alimentos como o missô, o tempê, o nattô e o tamari.
A soja era então, utilizada apenas como condimento e em pequenas quantidades, como é até hoje nas culturas tradicionais.
Nunca foi utilizada como substituto para alimentos de origem animal e nem mesmo da maneira excessiva como tem sido propagada nos dias de hoje pela cultura ocidental.
A sabedoria dos antigos compreendia que a soja que não é preparada devidamente é altamente indigesta.
Algo que foi ignorado por aqueles que propagam o uso irrestrito da soja, na forma do grão integral cozido, na forma de “carne” ou “leite” de soja e nas inúmeras formas de soja não-fermentada, desnaturada pelo calor excessivo e/ou pressão, tratada com químicos, fracionada ou coagulada para se transformar em tofu ou até mesmo geneticamente modificada para ser resistente a pragas e, portanto, fornecer maior lucratividade por metro quadrado.
O fato é que existe um elevado conteúdo de anti nutrientes na soja que não é devidamente preparada.
Anti nutrientes são substâncias que interferem com a absorção de nutrientes e seu consumo freqüente conduz a deficiências crônicas de minerais.
Na soja concentram-se substâncias como o ácido fítico e alguns inibidores enzimáticos que bloqueiam a ação da tripsina (uma importante enzima vital), dentre outras enzimas essenciais.
Estes inibidores são proteínas resistentes que retêm a sua configuração mesmo quando cozidas por longos períodos.
Quando ingeridas, estas substâncias produzem desarranjo gástrico, redução na capacidade de digestão das proteínas e deficiências crônicas de aminoácidos.

Os chineses sabiam disto e, portanto, só consumiam a soja fermentada.

A fermentação, realizado por microorganismos benéficos (probióticos), pré digere a proteína em aminoácidos e inativa tanto os inibidores enzimáticos quanto os anti nutrientes.
Desta forma a soja transforma-se num alimento altamente biodisponível, apta ao consumo humano.
Se a soja não for preparada desta maneira bem específica, ou seja, por fermentação lenta, o melhor é evitá-la.
A soja contém naturalmente fito estrógenos, substâncias que mimetizam a ação do hormônio estrogênio dentro do corpo humano.
Quando você ingere uma pequena quantidade destas substâncias o corpo adapta-se sem alterações, mas em excesso, estes fito estrógenos causam desequilíbrio hormonal.
Acontece que, além do hábito ocidental de consumir a soja em quantidades excessivas, a absoluta maioria da soja disponível é geneticamente modificada.
A soja geneticamente modificada contém muito mais fito estrógenos do que a soja natural.
O seu consumo agride o equilíbrio hormonal e pode conduzir à puberdade prematura e a uma série de doenças relacionadas ao excesso de estrogênios no decorrer da vida.
Pesquisas ainda pouco divulgadas (afinal, não contribuem para a lucratividade da indústria) demonstraram que o uso de soja nas fórmulas de nutrição para bebês pode causar danos irreversíveis no seu sistema nervoso.
A sugestão é não consumir produtos geneticamente modificados de qualquer espécie, e no caso da soja, isto é particularmente difícil.

Proteína Vegetal Texturizada: Resíduo Industrial

A proteína isolada da soja, presente em suplementos para atletas e em diversos alimentos industrializados, assim como a proteína vegetal texturizada, ou carne de soja, são, sem exagero, venenos tóxicos para o sistema biológico humano.
É importante lembrar que nem todos os venenos matam na primeira dose.
Porém, assim como os refrigerantes, os refinados e as frituras, esses derivados industriais da soja são agressivos e anti naturais para o sistema e contribuem para o desequilíbrio da ecologia interior.
Ainda que o organismo seja equipado com uma exímia capacidade de expulsar toxidade, a cada vez que você escolhe ingerir algo inadequado está desnecessariamente desgastando o mesmo, poluindo sua bioquímica interior e ofendendo a Natureza que vive dentro de você.
Ainda que a sua sensibilidade possa não estar vívida o suficiente para perceber esta realidade.
O que faz com que estas substâncias sejam tão nocivas é justamente a sua natureza altamente processada.
Para produzir a proteína isolada de soja, os grãos da leguminosa são primeiramente moídos e depois mergulhados em solvente químico de petróleo, com o objetivo de extrair os óleos naturais do grão.
O resíduo desta mistura, que é na verdade a sobra do processo industrial de extração do óleo é então misturado com açúcares e com uma solução alcalina (também química) para remover qualquer fibra.
A massa resultante é então precipitada e separada utilizando uma lavagem ácida, feita geralmente em enormes tanques de alumínio.
O ácido faz com que o alumínio se dissolva das paredes dos tanques e se concentre na soja.
De fato, a proteína isolada de soja pode ter até 100 vezes o conteúdo de alumínio que se encontraria nos grãos in natura.
Finalmente, o que sobra é neutralizado em uma solução alcalina e depois desidratado em altas temperaturas para produzir um pó protéico.
O resultado final é um pó que é tão artificialmente desnaturado que se transforma em veneno.
Mesmo assim, a maioria dos anti nutrientes presentes naturalmente na soja resistem e permanecem em seu conteúdo.
Seu corpo é incapaz de utilizar a proteína isolada da soja de qualquer forma; o que ele faz é simplesmente tentar eliminá-la do sistema o mais rápido possível.
Proteína vegetal texturizada, ou PVT, a famosa “carne de soja” não é nada mais do que proteína isolada de soja que foi compactada através de um processo industrial de elevada pressão e temperatura.
Tão venenosa quanto o isolado de proteína de soja, se não mais, porque esta é muitas vezes adicionada de corante caramelo, substância reconhecidamente cancerígena, e o famigerado realçador de sabor glutamato monossódico, um dos piores venenos que o ser humano pode colocar para dentro de seu templo biológico.

Assim sendo, uma maneira de medir os critérios de qualidade de um restaurante que se denomina natural é verificar se este oferece a tal “carne de soja”, ou proteína vegetal texturizada (PVT) no seu menu.
Pratos como “Strogonoff de carne de soja”, carne de soja refogada, kibe, coxinha ou pastel de carne de soja, molho bolognesa com carne de soja e outras opções semelhantes são uma clara demonstração de que os responsáveis pela elaboração do menu carecem de um tanto mais de estudo, uma vez que estão se propondo a oferecer opções de alimentos naturais que contribuem para a saúde das pessoas.

Naturalmente, os critérios das grandes indústrias alimentícias não são muito melhores e portanto é recomendável que você adquira o hábito de ler o rótulo daquilo que você está habituado a comprar e evite tudo aquilo que contenha proteína isolada de soja ou proteína vegetal texturizada em sua composição.
Eles estão a adicionar isto em tudo hoje em dia, especialmente naquilo que tem como meta atingir o nicho de mercado”natural e saudável”.
Uma grande mentira, é claro, pois como foi demonstrado não pode haver coisa tão distante do natural e do saudável.

A maior parte da soja cultivada hoje em dia é  geneticamente modificada, o que amplia o uso de pesticidas e polui a biosfera.
Um apelo especial às mães: não dê aos seus bebês qualquer coisa que contenha proteína isolada de soja ou PVT, nem mesmo fórmulas feitas com  extrato de soja ou leite de soja.
Leite de soja é altamente indigesto e carrega em sua composição todos os anti nutrientes e toxinas advindas do processo de industrialização.
Consideremos o processo envolvido no feitio do leite de soja.
Primeiramente, com o objetivo de remover alguns dos anti nutrientes (mas não todos), os grãos da soja são mergulhados em uma solução alcalina.
Esta mistura é então cozida em panelas de pressão gigantescas, algo que  desnatura a proteína da soja a tal ponto que a torna algo muito difícil para o corpo digerir.
A solução alcalina em que os grãos ficam de molho deixa neles um carcinogênico (cancerígeno) chamado lisinealina.
Portanto, se é absolutamente necessário beber leite de alguma espécie, que seja o leite de amêndoas, de gergelim, de coco, de castanhas, de nozes, de girassol, de linhaça, de quinua ou, em último caso, de arroz.
Tofu: Só em pequenas quantidades
Mesmo produtos fracionados da soja como o tofu trazem consigo alguns inconvenientes, pois herdam os anti nutrientes e inibidores enzimáticos, ainda intactos em sua maioria.
O processo de feitio do tofu de fato reduz parte do conteúdo de anti nutrientes, mas muito deste conteúdo permanece.
O ácido fítico permanece intacto.
Tofu é uma adição bem recente às culturas orientais, e mesmo lá ele é utilizado apenas como condimento, em quantidades moderadas.
A tragédia é que os produtos de soja estão a ser promovidos atualmente em escala sem precedentes, e as pessoas induzidas a pensar que são alternativas saudáveis para o dia-a-dia.
Médicos e nutricionistas que não se dedicam a se aprofundar neste estudo passam adiante as informações patrocinadas pela indústria multibilionária que financia estudos dúbios para incentivar as vendas.
O problema é especialmente significativo para aquelas pessoas que, sensibilizadas com o absurdo que é a indústria do sofrimento animal, optam por não mais ingerir carne, derivados de leite e
ovos e recebem a informação de que precisam suplementar as necessidades de proteína através da soja, passando assim a consumir derivados da leguminosa com freqüência e em grande quantidade.

Em 2003 foi feita uma pesquisa, extensamente divulgada pelo Dr. John McDougall, MD, que demonstrou que os fatores de estimulação hormonal da soja podem acelerar em até 69% (30% a mais que os temíveis laticínios) o crescimento de células cancerosas e tumores através da estimulação exagerada de um fator corporal denominado IGF-1 (Insulin Growth Factor).
Somente este fator seria significativo o suficiente para despertar um alerta em relação ao desmedido consumo de soja que tem acontecido.

Como vimos, entretanto, este está longe de ser o único.
Os únicos produtos de soja recomendáveis são aqueles elaborados a partir da fermentação da mesma, tais como o missô, o tamari, o tempê e o nattô, os quais devem ser originados de grãos orgânicos, e não modificados geneticamente.
Tofu não deveria ser usado como substituto para a carne, mas, no máximo, ingerido em pequenas quantidades, como um condimento, assim como fazem as culturas asiáticas que deram origem a ele.

Outros Tipos de Feijão também são como a Soja:
Não é só a soja que tem os seus inconvenientes: todos os membros da família dos feijões apresentam fatores de dificuldade para a digestão, a menos que sejam devidamente preparados.
Qualquer tipo de feijão, a menos que ainda esteja verde dentro da vagem, também apresenta inibidores enzimáticos e anti nutrientes na sua composição.
A Mãe Natureza designou estes anti nutrientes nos feijões para impedir que brotassem e crescessem antes que estivessem no ambiente correto.
Além da questão dos inibidores e anti nutrientes, o tipo de proteína que se encontra em um feijão maduro é difícil de ser quebrado pelo sistema digestivo, fato que normalmente resulta num processo digestivo incompleto, onde fermentações ocorrem no tubo digestivo.
Por isso é tão comum ter gases depois de comer feijão.
De fato, assim como é em relação à soja, para qualquer feijão se tornar idealmente leve e digestivo é necessário que antes este seja deixado de molho de um dia para o outro.
Na manhã seguinte, os grãos devem ser lavados e deixados em repouso sobre uma peneira.
Os grãozinhos inchados recebem da água a mensagem de que podem então despertar para a vida e iniciar seu processo de germinação.

No processo de germinação, a semente dormente inicia uma série de transformações que inativam os inibidores e anti nutrientes e pré digerem a proteína.

O ideal é manter os feijões sempre húmidos, enxaguando-os duas vezes por dia até que estejam completamente brotados, num processo que pode levar em média 72 horas, dependendo do tipo do feijão.
Os brotos são a forma mais leve de aproveitar os nutrientes deste tipo de alimento.
Alguns feijões podem ser apreciados na forma de brotos crus, como é o caso do azuki, do moyashi (imagem acima) e das lentilhas, desde que tenham sido brotados por pelo menos 72 horas.
Caso tenham sido apenas parcialmente brotados (ou seja, por menos do que 72 horas), o ideal é cozê-los lentamente para desativar o que resta de suas substâncias indesejáveis.
No caso dos outros tipos de feijões (incluindo a soja, o roxinho, o grão de bico e todos os demais) o processo para o aproveitamento ideal de sua nutrição é primeiro germiná-los por 48 horas, para depois cozinhar. Os brotos podem então ser transformados em pasta e finalmente fermentados lentamente a partir de probióticos benéficos.
Desta forma obtém-se missô, um condimento pré digerido que é livre de qualquer tipo de inibidor enzimático ou anti nutriente e ainda um suplemento de bactérias benéficas ao organismo.
Sim, pode-se obter o missô de feijão azuki, lentilhas e outros feijões diversos.
Esta é a forma ideal de consumo de qualquer tipo de feijão.
Os feijões mencionados acima (moyashi, azuki e lentilhas) são os de digestão mais fácil e leve, portanto os mais recomendáveis para consumo freqüente (desde que preparados devidamente).
Feijões mais densos como o preto ou o roxinho deveriam ser deixados para ocasiões ao invés de fazer parte da dieta do dia-a-dia.
Grão de bico é um exemplo de um feijão bem denso, que a menos que seja preparado a contento (germinado e depois cozido) deveria ser evitado.
Outros feijões de difícil digestão são o feijão branco e o feijão fava, ambos ricos em toxina hemaglutinina, assim como o são o roxinho, o jalo e diversas outras variedades, algo que inviabiliza seu consumo em estado cru.

O Feijão Nosso de Cada Dia

Culturalmente os feijões são ingredientes consagrados da culinária do Brasil e de diversas partes do mundo.
O prato mais famoso da culinária brasileira é a Feijoada, e o arroz com feijão considerado como a estrutura nutritiva de toda uma nação.
A pergunta que fica é: será que um ingrediente que requer tantos métodos de transformação para ser consumido sem problemas deveria ser considerado um alimento tão essencial assim?
Os melhores alimentos são aqueles que a Natureza fornece já prontos: folhas verdes, frutas silvestres.
Estes sim devem ser consumidos com freqüência abundante.
Tudo o que você pode encontrar nos feijões você também encontra noutros alimentos, sem as desvantagens e com muito mais facilidade de preparo.
Ferro, magnésio, proteínas, molibdênio… estes e outros nutrientes você encontra suficientemente nas folhas verde escuras, sem dúvida a fonte de alimento mais abundante, rica e medicinal deste planeta.
Um belo e consistente suco de folhas verdes, acompanhado de outros ricos e nobres elementos dietéticos, supre tudo o que você pode obter nos feijões, sem lhe deixar pesado e com o pensamento lento, muito pelo contrário.
É importante lembrar que quanto mais leve e de fácil digestão é uma refeição, melhor, mais dinâmico e capaz de realizar qualquer coisa você se sentirá nas próximas horas.
Os antigos membros da escola do sábio Pitágoras observavam a total abstenção de feijões em geral, assim como faziam com a carne, pois estes eram considerados “alimentos impuros” e de difícil digestão, responsáveis pelo embotamento do intelecto e das percepções sutis.
Para concluir, feijões, desde que preparados dentro dos critérios descritos, podem muito bem fazer parte de uma dieta leve e saudável, porém não são absolutamente necessários.
Existem fontes mais leves, mais digestivas e de preparo mais simples para se obter os importantes nutrientes.
Se ainda assim escolher os feijões como fonte de nutrientes, lembre-se de germiná-los por alguns dias antes de cozinhar.
Faz uma enorme diferença, e você certamente terá menos gases.

Finalmente, uma das mais agradáveis formas de se apreciar os feijões é através de suas vagens.

Neste estado ainda se encontram livres de inibidores enzimáticos, anti nutrientes ou hemaglutininas.
Tudo o que requerem é um rápido cozimento no vapor.

As vagens, ou feijões imaturos, são normalmente muito menos apreciadas do que merecem.

Riquíssimas em vitamina K, vitamina C, vitamina A, manganês, fibras, potássio, ácido fólico, ferro, triptofano, proteínas  e até mesmo ômega 3 (algo que não se encontra no feijão maduro), as vagens não são apenas práticas, leves e nutritivas, mas também deliciosas se preparadas a contento.

 Uma forma sensacional de saborear este vegetal é usá-lo como substituto para a massa de macarrão penne.

Selecione vagens novas, frescas e firmes, lavando-as bem e cortando a base com o cabo. Em seguida, faça dois cortes em diagonal, cortando cada vagem num formato semelhante ao penne.

Cozinhe no vapor por dez minutos, ou até que fique ao dente.
Cubra com o molho de sua preferência (evite os enlatados industrializados e prefira os orgânicos, especialmente os caseiros) e saboreie esta delícia nutritiva, sem glúten e sem excesso de carboidratos!

Receitas de drinks com café

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 RECEITAS DE DRINKS COM CAFÉ

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CAFÉ CUBANO

Ingredientes:

1 dose de rum
50 ml de suco de lima-da-pérsia
1 colher de sopa de creme de leite fresco 
gelo
1 folha de hortelã
60 ml de café expresso

Modo de preparo:

Coloque em uma coqueteleira o rum, o suco de lima e o gelo. Misture bem.
Depois coloque o creme de leite fresco e decore com uma folhinha de hortelã.

 

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 CAFÉ BRÛLOT

Ingredientes:

1 dose de conhaque
canela em pau ao gosto
8 colher de chá de açúcar 

4 unidade(s) de cravo-da-índia
casca de laranja ao gosto

casca de limão ao gosto
4 xícaras de chá de café forte quente

Modo de fazer:

Aqueça o conhaque com a canela, o açúcar, os cravos da índia e as cascas de laranja e de limão, em uma panela.
Divida o café quente entre 4 xícaras pré-aquecidas e despeje a mistura de conhaque fervente por cima, tomando cuidado para as especiarias não irem junto.

O Café Brûlot é muito apreciado após as refeições. 

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 KAHLUA ALEXANDRE

Ingredientes:

30 ml Brandy
30 ml Licor Café
30 ml Creme de Leite
Pó de café

Modo de fazer:

Prepara-se em coqueteleira com gelo, adicionar os três primeiros ingredientes e bater. Colocar na taça e sobre a superfície do drink aspergir o pó de café.

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CAFÉ INDIANO

Ingredientes:

4 colheres de café moído

4 colheres de melaço

4 colheres de rum

1 colher de café de maizena

4 colheres de leite de coco

Modo de Fazer:

Prepare um grande café e adoçado com melaço. Coloque o rum. Misture a maisena com o leite de coco e cozinhe até que fique espesso. Coloque o creme em quatro xícaras e derrame em cima o café quente.

 

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DIANA COFFEE

Ingredientes:

2/4 de café
1/4 de gin
1/4 de cherry brandy

Modo de fazer:

Bater e servir em taça de coquetel. Pulverizar com noz-moscada.

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EVER COFFEE

Ingredientes:

2/3 de café
1/3 de abricot
1 cálice pequeno de vinho do porto

Modo de fazer:

Mexer e servir em copo especial. Decorar com Grãos de café.

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PONCHE DE CAFÉ

Ingredientes:

4 colheres de café moído

2 ramos de canela

1 casca de laranja

4 copos pequenos de rum

Modo de fazer:

Prepare 4 pequenas xícaras de café. Coloque-as numa caçarola de barro a fogo lento. Coloque a canela e a casca de laranja. Esquente o rum a parte e coloque-o em cima do café. Flambar.

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LICOR REAL DE CAFÉ

Ingredientes:

1 copo médio de café
1 copo médio de conhaque
1 copo médio de guaraná
1 lata de leite condensado

Modo de fazer:

Bater tudo no liquidificador, deixar gelar, servir em taças altas, enfeitadas com chantilly e cerejas.

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SCARLET

Ingredientes:

2/4 de café
1/4 de maraschino
1/4 de brandy

Modo de fazer:

Montar em copo flute. Decorar com chantilly ou chocolate granulado.

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SCOTTISH COFFEE

Ingredientes:

1/4 de whisky
1/4 de anizete
2/4 de café quente
1 colher de açúcar

Modo de fazer:

Montar e servir em caneca especial.Decorar com creme de chantilly.
Pulverizar com whisky.

 

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CAFÉ PARIS

Ingredientes:

1 xícara de café preparado bem quente (200 ml de água quente e ½
colher de sopa de Café Solúvel )
1 pitada de canela em pó
4 colheres de sopa de leite condensado
1 colher de sopa de rum ou conhaque
chantilly
raspas de chocolate

Modo de Fazer:

Coloque o café bem quente em uma xícara grande , adoce com leite condensado , tempere com canela em pó. Adicione rum ou conhaque , decore com chantilly e raspas de chocolate.

 

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BATIDA DE CAFÉ

Ingredientes:

1/2 xícara de pinga 
1 xícara de café forte 
1/2 xícara de creme de leite 
4 colheres de açúcar

Modo de preparo:

 Coloque todos os ingredientes em uma jarra. Junte o gelo, mexa bem e sirva em um copo de batida.

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COQUETEL DE CAFÉ

Ingredientes:

1 lata de leite condensado 
1 1/2 colheres de café solúvel 
2 vezes a mesma medida de leite 
2 cravos 
1/2 xícara de conhaque 
chantilly 
raspas de chocolate

Modo de Fazer

Misture bem todos os ingredientes, menos o conhaque. Deixe ferver por 5 minutos. Junte o conhaque e sirva em seguida decorado com chantilly e raspas de chocolate.

Pesquisador cria carne artificial à base de excrementos humanos

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Pesquisador cria carne artificial à base de excrementos humanos

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A crise global de alimentos é uma questão muito séria, mas o professor Mitsyuki Ikeda acredita que sua mais recente invenção, uma carne artificial à base de proteínas de excremento humano, poderia ser de grande ajuda. O pesquisador do laboratório japonês de Okayama diz que seu país tem mais lama de esgoto que eles podem lidar, de forma que pediram a Ikeda para explorar a sua eventual utilização

Conhecendo a natureza maluca de muitos dos cientistas japoneses, não é nenhuma surpresa descobrir que ele inventou um hambúrguer, literalmente, de bosta. Durante sua pesquisa, Mitsyuki descobriu que o lodo de esgoto contém uma grande quantidade de proteínas para a qual começou a desenvolver um processo de extração para transformá-la em um substituto de carne sustentável.

O lodo de esgoto é rico em proteínas porque é cheio de bactérias, a maioria das quais provenientes de fezes humanas. No entanto, esses microrganismos são inofensivos, pois morrem pelo calor durante o processo de fabricação. De acordo com os testes iniciais, a carne artificial tem o mesmo gosto de carne, graças à proteína de soja adicionada. Ikeda acrescentou também alguns corantes para dar uma aparência mais natural a sua carne. Em termos de valor nutritivo, o hambúrguer de bosta não parece de todo mau: 63% de proteínas, 25% de carboidratos, 3% de lipídios e 9% de minerais.

No entanto, o próprio Ikeda admite que sabe que muitas pessoas não vão se interessar em experimentar a carne, se souberem que foi feita de lodo de esgoto e contém proteínas de excrementos humanos. Mas, se a crise de alimentos ficar fora de controle, eu não ficaria surpreso de ver as pessoas saindo no tapa por uma pedaço de bosta. Entretanto, Ikeda espera começar realmente a produção em massa de sua invenção, tornando-a acessível para todos.

O problema é que no momento, o custo para fazer a carne de merda torna-a 10 vezes mais cara que a carne real, mas uma vez que o preço da pesquisa propriamente dita seja retirado da equação, o cientista japonês acredita que sua carne artificial será capaz de competir com a natural.

Lembre-se de perguntar de onde veio a carne na próxima vez que você fizer um pedido em um restaurante japonês.

Veja o vídeo da reportagem aqui :

   

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Cocktails com receita ilustrada

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Cocktails perfeitos: ilustrador cria desenhos para ensinar receita.

“Não entendeu? Quer que eu desenhe?”.

Bem, foi mais ou menos isso que o ilustrador Fábio Rex fez.

Ao ver as fotos de bebidas que um amigo publicava no Facebook percebeu que tinha algo a ser aprimorado.

“Foi aí que decidi fazer a primeira ilustração, o ‘Mojito Perfeito‘”, conta.

A brincadeira virou hit na web e logo Fábio recebeu vários pedidos.

Fã de uns bons cocktails, ele uniu o útil ao agradável: criou belas ilustrações que mostram os ingredientes e as quantidades certas para criar bebidas como caipirinha, bloody mary e margarida.

Veja as receitas ilustradas:

Produto chinês transforma carne de porco em carne de boi em apenas 90 minutos

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O Departamento Chinês da Indústria e do Comércio recentemente descobriu um extrato de carne utilizado por pequenos restaurantes ao redor de Hefei  cidade de quase 5 milhões de habitantes, a mil quilômetros ao sul da capital Pequim  que magicamente transforma carne de porco em carne de boi.

 

A China tem uma fama internacional de imitar produtos estrangeiros em solo chinês e vendê-los como se fossem originais. Isso não quer dizer que os chineses não fazem coisas originais também, mas seu talento de reproduzir praticamente qualquer coisa é lendária.

A fama de réplicas de comidas, por sua vez, não é tão difundida assim. No entanto, e por incrível que pareça, isso existe. Há registros de pessoas que fabricam ovos utilizando produtos químicos em laboratórios montados em suas próprias casas. E agora, a onda da vez é o aditivo que transforma carne de porco em bife de boi em apenas uma hora e meia.

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O produto, mágico porém muito questionável, aparentemente se tornou popular em pequenos restaurantes chineses em Hefei, Fujian, Jianxi e outros locais em todo o país.

Grande parte do sucesso se dá graças à economia: a carne de boi na China é duas vezes mais cara que a carne de porco: um quilo de bife bovino é vendido por cerca de 20 yuan, enquanto os custos do porco somam apenas10 yuan.

Por isso, alguns proprietários de restaurantes decidiram comprar o extrato de carne bovina  o litro sai por 45 yuans  e usá-lo para maximizar os lucros.

Após rumores da propagação do aditivo em toda a China, um repórter local conseguiu colocar as mãos em uma garrafa do extrato e decidiu documentar seus efeitos em uma reportagem.

Segundo ele, o produto realmente funciona: apenas 90 minutos depois de tê-lo despejado sobre um pedaço de carne de porco, o alimento já cheirava e se parecia com um bife bovino.

A carne muda de cor e fica mais escura.

De acordo com o repórter, não há diferença sensível entre a carne real e a versão falsificada.

Enquanto o aditivo dá lucro aos proprietários de restaurante, ele pode não ser tão benéfico assim para a saúde dos consumidores.

Médicos afirmam que o uso a longo prazo do produto tem consequências graves, incluindo deformidades e câncer.

[OddityCentral]

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Decididamente estou fora desta “carne pirata” chinesa ..e não só!!!!

Yarkk…