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52 mistérios inexplicáveis

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52 – John Titor

A primeira postagem apareceu no fórum “Instituto Viagem no Tempo” em 2 de Novembro de 2000, sob o nome de TimeTravel_0. Na época, as postagens nada tinham a ver com eventos futuros, e o nome “John Titor” não estava sendo usado. Em vez disso, as postagens discutiam sobre viagem no tempo em geral, sendo a primeira a descrição em “seis partes” do que uma máquina do tempo precisaria ter para funcionar e respostas a perguntas sobre como tal máquina funcionaria. As mensagens iniciais tendiam a serem curtas.
Pouco tempo depois, TimeTravel_0 alegou ser um viajante no tempo do futuro e começou a postar descrições variadas de seu tempo. Gradualmente ele começou a responder perguntas postadas no fórum e começou a revelar uma imagem mais complexa do futuro. Embora muitas de suas postagens dissessem respeito a condição do mundo no futuro, Titor também respondeu a perguntas tanto no fórum quanto no IRC,e algumas vezes postou imagens dando a entender serem do dispositivo de viagem no tempo ou seu manual de instruções. Algumas vezes ele também falou sobre eventos mais atuais; por exemplo, em uma postagem inicial ele disse que “A importante descoberta que permitirá a tecnologia de viagem no tempo ocorrerá em cerca de um ano [2001] quando o CERN ativar sua maior instalação”.
O nome “John Titor” não foi apresentado até Janeiro de 2001, quando TimeTravel_0 começou a postar no fórum BBS Art Bell (que requeria um nome ou pseudônimo para cada conta). As postagens de Titor cessaram no fim de Março de 2001. Finalmente, alguns dos tópicos acabaram corrompidos; mas as postagens de Titor tinham sido salvas nos discos rígidos dos outros participante e foram copiadas para Anomalies.net, junto com novas discussões sobre a ciência por trás da viagem no tempo de Titor assim como sobre suas predições. Por volta de 2003, vários sites reproduziram as postagens de Titor, rearrumando-os em narrativas. Nem todos se referem às datas originais de postagem.
Em suas postagens online, Titor alegou ser um soldado estadunidense do ano de 2036, originário de Tampa na Flórida, que foi designado para um projeto governamental de viagem no tempo. Supostamente, Titor foi enviado de volta a 1975 para recobrar um computador IBM 5100 que ele disse ser necessário para depurar diversos programas antigos de computador em 2036; uma referência ao problema do ano 2038 nos sistemas Unix. O 5100 executa as linguagens de programação APL e BASIC. Titor foi selecionado para essa missão especificamente, dado que seu avô paterno esteve diretamente envolvido na montagem e programação do 5100.Titor alegou estar em uma escala no ano 2000 por “razões pessoais”; i.e., para coletar fotografias perdidas na (futura) guerra civil e para visitar sua família, de quem ele falou com frequência. Titor também disse que esteve, por alguns meses, tentando alertar qualquer um que escutasse sobre a ameaça da propagação da doença de Creutzfeldt-Jakob através de produtos com carne de vaca e sobre a possibilidade da guerra civil dentro dos Estados Unidos. Quando questionado sobre esses assuntos por um participante online, Titor também expressou um interesse em mistérios sem explicação como OVNIs (que em seu tempo ainda estão sem explicação). Titor sugeriu que OVNIs e visitantes alienígenas podem também serem viajantes no tempo de muito mais longe no futuro de que seu próprio tempo, que possuam máquinas do tempo superiores as suas.

51 – As esferas sulcadas
Pelas últimas décadas, mineiros na África do Sul têm desenterrado misteriosas esferas metálicas. De origem desconhecida, estas esferas medem aproximadamente 2,5cm de diâmetro, e algumas são entalhadas com três ranhuras paralelas circulando ao redor da linha do equador. Dois tipos de esfera têm sido encontradas: uma composta de um sólido metal azulado com manchas brancas; a outra possui uma concavidade, preenchida com uma substância branca esponjosa. O surpreendente da história é que a rocha em que foram encontradas é do período Pré-cambriano – e datada de 2.8 bilhões de anos de idade! Quem as fez e com que propósito, ainda é desconhecido.

50-Crânio perfurado por uma bala com 10mil anos de idade
Em 1921, o Museu Britânico recebeu um crânio humano achado por trabalhadores que exploravam uma mina de zinco, situada na colina de Broken Hill, no Zambia (antiga Rodesia do Norte).

Os paleontólogos chamaram-no de “Homem de Broken Hill” ou “Homem da Rhodesia”.Trata-se de um homem moderno: da raça Cro-Magnon, que viveu há seis ou sete mil anos. Ele pertence a um indivíduo alto e de idade avançada para a época: uns cinquenta anos de idade.Porém, estudando o crânio perceberam duas coisas: Uma delas aparentemente inexplicável, aquele homem, que havia vivido a milhares de anos atrás, tinha sofrido de una enfermidade dental. E a segunda, mais inexplicável ainda, no lado esquerdo da caveira havia um buraco redondo de bordo plano. A limpeza da ferida sugere que foi causada por um projetil em alta velocidade, como uma bala. No outro lado a caveira está destruida como por ação do projetil ao sair do crânio. Segundo o professor Mair, de Berlín, pareciam buracos de entrada e saída exatamente iguais aos que deixaria uma bala moderna. Porém, este objeto enigmático não é único. Existe a caveira de um uro (tipo de bisonte extinto) que foi encontrado próximo do Rio Liena, na URSS Ela apresenta um buraco perfeitamente redondo e polido, parecido uma ferida de bala. O uro viveu ainda muitos anos depois de ser ferido. Estas caveiras sugerem a surpreendente possibilidade de que há muitos milenios a agressividade humana já teva à sua disposição instrumentos mais sofisticados do que simples flechas de sílex…

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49 – As Pedras Dropa (“Dropa Stones”)
 
Em 1938, uma expedição arqueológica liderada pelo Dr. Chi Pu Tei nas montanhas Baian-Kara-Ula da China, fez uma surpreendente descoberta em algumas cavernas que aparentemente foram ocupadas por alguma cultura antiga. Enterradas sob a poeira das eras, no chão da caverna haviam centenas de discos de pedras. Medindo aproximadamente 23cm de diâmetro, cada uma possui um círculo cortado no centro, e foi talhada com uma ranhura espiral, fazendo com que se pareça, com muita semelhança, a um antigo disco de vinil, de 10.000 à 12.000 anos de idade. As ranhuras espirais, como se constatou mais tarde, são na verdade compostas de pequeninos hieróglifos que contam a incrível história de espaçonaves de algum mundo distante, que aterrissaram nas montanhas. As naves eram pilotadas por pessoas que se auto-denominavam os “Dropas”, e os restos de seus descendentes, possivelmente, foram descobertos na caverna.

48 – As pedras de Ica (“Ica Stones”)
No início dos anos 1930, o pai do Dr. Javier Cabrera, Antropólogo Cultural de Ica, Peru, descobriu várias centenas de lápides de pedras, nas tumbas dos antigos Incas. O Dr. Cabrera, continuando o trabalho do pai, já recolheu mais de 1.100 dessas rochas andesito, que se estima terem entre 500 e 1.500 anos de idade, e são popularmente conhecidas como Pedras de Ica. As pedras possuem entalhes, muitas delas com desenhos sexuais (o que é comum nesta cultura), algumas mostram ídolos e outras retratam práticas como cirurgia cardiovascular e transplantes cerebrais. Os entalhes mais surpreendentes, entretanto, claramente representam dinossauros – brontossauros, tricerátops, estegossauros e pterossauros. Enquanto os céticos consideram as pedras Icas uma fraude, a sua autenticidade nunca foi provada nem refutada…

47 – Bolas de pedra gigantes da Costa Rica
Trabalhadores cortando e queimando seu caminho através da densa floresta da Costa Rica, para limpar a área para plantação de bananas nos anos 1930, se depararam com alguns objetos incríveis: dúzias de bolas de pedra, muitas delas perfeitamente esféricas. Elas variavam em tamanho, de pequena como uma bola de tênis aos surpreendentes 2,5m de diâmetro e pesando 16 toneladas! Apesar de que as pedras são claramente feitas pelo homem, não se sabe quem as fez, com que propósito, e o mais confuso, como conseguiram tanta precisão esférica.

46 – O Livro Oera Linda
 
O livro Oera Linda é um controverso manuscrito frísio (Frísia, antiga província da Holanda) que trata de temas históricos, mitológicos e religiosos, que primeiro vieram à luz no século 19. Os temas descritos no Oera Linda incluem catastrofismo, nacionalismo, matriarcado, e mitologia. O texto alega que a Europa e outras terras foram, por boa parte de sua história, governadas por uma sucessão de matriarcas que presidiam sobre uma ordem hierárquica de sacerdotisas celibatárias dedicadas à deusa Frya, filha do supremo deus Wr-alda, e Irtha, a mãe terrena. A alegação feita também diz que a civilização Frísia possuía um alfabeto que era o ancestral dos alfabetos Grego e Fenício. O manuscrito da época possui a data de 1256. Alegações internas sugerem que este é uma cópia de um manuscrito mais antigo, que, se genuíno, teria sido escrito por várias pessoas entre 2194 a.C e 803 d.C.

45 – Fósseis Impossíveis
Fósseis, como aprendemos na escola, aparecem em rochas que foram formadas a muitos milhares de anos atrás. Mesmo assim, existe um número de fósseis que não fazem sentido, nem geológico, nem histórico. O fóssil de uma digital humana, por exemplo, foi encontrado em um calcário estimado em 110 milhões de anos de idade. O que parece ser um dedo humano, que foi encontrado no Ártico Canadense também data de 100 à 110 milhões de anos atrás. E o que parece ser o fóssil de uma pegada humana, possivelmente usando uma sandália, foi encontrado próximo a Delta, Utah, em um depósito de xisto estimado ter de 300 à 600 milhões de anos de idade.

44 – Objetos Metálicos Inconvenientes
Os humanos sequer estavam por aí há 65 milhões de anos atrás, que derá pessoas que trabalhassem o metal. Então como a ciência explica os tubos metálicos semi-ovóides desenterrados de uma greda cretácea de 65 milhões de anos na França? Em 1885, um bloco de carvão mineral foi quebrado e se encontrou um cubo de metal, obviamente feito por mãos inteligentes.
Em 1912, empregados de uma usina elétrica quebraram um grande pedaço de carvão mineral do qual caiu um vaso de ferro! Uma unha foi encontrada incrustrada em um bloco de arenito da Era Mesozóica. E existem muitas, muitas mais anomalias desse tipo.

43 – A Arca da Aliança
A Arca é considerada o maior de todos os tesouros escondidos, e sua descoberta iria fornecer uma verdade indiscutível de que o Antigo Testamento é fato concreto. A sua recuperação permanece sendo o objetivo de todo arqueólogo moderno e aventureiro. O seu propósito era conter os dez mandamentos dados por Deus em blocos de pedra à Moisés, no Monte Sinai. De acordo com o livro do Êxodo, a Arca foi feita de madeira de acácia e coberta de ouro por dentro e por fora. Ela foi coberta com um Propiciatório onde foram esculpidos dois querubins de ouro. Acredita-se que possua poderes sobrenaturais devido a uma série de eventos, incluindo causar a morte de um homem que tentou firmar a Arca (quando o transporte de bois cambaleou), derrubar os muros de Jericó em uma batalha e espalhar desgraças sobre os Filisteus depois de a terem capturado. Existem várias especulações sobre o lugar onde a Arca descansa e precisaria um trabalhador perspicaz para encontrá-la, e uma pessoa ainda mais corajosa e destemida para abri-la

42 – Cabelo de Anjo
O “cabelo de anjo” é um fenômeno raro, que até o momento tem desafiado a explicação. É feito de filamentos sedosos que “chovem” na terra, mas aproxime-se para pegá-los e eles desaparecerão na frente dos seus olhos. É um fenômeno mundial, ocorrendo mais comumente na América do Norte, Nova Zelândia, Austrália e Europa ocidental. Não há nenhuma prova conhecida para o que causa esta substância, ou sequer do que é feita. As especulações são de que sejam de aranhas ou de outro tipo de inseto fiador de seda, e mesmo OVNIs, já que normalmente é associado com avistamento de OVNIs.
Por causa de sua natureza sensível, é difícil de coletá-los e analisá-los, já que estão sujeitos à contaminação da fumaça de escapamento dos carros, e até mesmo do contato humano, o que poderia distorcer os resultados químicos.

41 – O Mapa de Piri Reis
 
O mapa de Piri Reis é um famoso mapa mundi pré-moderno do século 16 feito pelo cartógrafo e admirador Otomano-Turco, Piri Reis. O mapa mostra parte das costas ocidentais da Europa e norte da África com razoável precisão, e a costa do Brasil também é facilmente reconhecida. Várias ilhas Atlânticas incluindo os Açores e as Canárias são retratadas, assim como a mítica ilha de Sete Cidades (Antillia). O mapa é notável pela sua descrição de uma massa de terra no sul que alguns controversamente alegam ser evidência de uma consciência antiga da existência da Antártida. Alguns eruditos alegam que este e outros mapas sustentam a teoria de uma exploração global por uma civilização pré-clássica ainda não descoberta.

40 – O Mothman (“Homem Mariposa”)
 
“Mothman” é o nome dado a uma estranha criatura relatada nas áreas de Charleston e Point Pleasant, West Virginia, entre Novembro de 1966 e Dezembro de 1967. Antes e depois destas datas há relatos apenas esporádicos de avistamento, com alguns tendo sido recentemente, em 2007.
A maior parte das testemunhas oculares descrevem o Mothman como uma criatura com asas, do tamanho de um homem, com grandes e brilhantes olhos vermelhos. Freqüentemente aparece como não tendo cabeça, com seus olhos situados no peito. Um número de hipóteses já foram apresentadas para explicar os relatos das testemunhas oculares, indo desde o erro na identificação e coincidência ao fenômeno paranormal e teorias de conspirações.
O Mothman foi identificado pela primeira vez em 1926, por um menino. No mesmo período, três homens que estavam cavando uma cova, em um cemitério ali perto, viram uma figura humana marrom com asas, levantando vôo detrás das árvores. Ambos os incidentes foram reportados separadamente um do outro. Já ocorreram um grande número de avistamentos do Mothman apesar de que não existe nenhuma fotografia da criatura.

39 – D.B. Cooper
 
D. B. Cooper (ou “Dan Cooper”) é o pseudônimo dado ao notório seqüestrador de aviões que, em 24 de Novembro de 1971, depois de receber um pagamento de resgate de U$200.000, saltou da parte traseira de um Boeing 727 enquanto voava sobre o Noroeste do Pacífico, em algum lugar na área sul de Cascades.
Desde então Cooper nunca mais foi visto e não se sabe se sobreviveu ao salto. Em 1980, um menino encontrou U$5.800 em notas encharcadas de U$20,00 nas margens do rio Columbia. Os números seriais combinaram com àqueles do dinheiro de resgate, que foram anotados para ser mais fácil rastrear Cooper depois.
Cooper escapou do avião pulando pela parte de trás da escada aérea com um páraquedas, fazendo com que as autoridades da aviação incluíssem medidas rigorosas à respeito do design dos aviões para prevenir que isso acontecesse novamente. Além disso, este evento fez com que os aeroportos instalassem detectores de metal pela primeira vez.

38 – O Chupacabras
O Chupacabras é mais comumente associado às comunidades latinas nos EUA, México e Porto Rico (onde houve o primeiro relato). Supostamente é uma criatura pesada, do tamanho de um urso pequeno, com uma linha de espinhos do pescoço até a base da cauda, e o seu nome vem do fato de que supostamente ataque animais e beba seu sangue – especialmente de cabras.
Apesar de que a lenda começou perto de 1987, há muitas similaridades com o “Vampiro de Moca”, nome dado a uma criatura desconhecida que matou animais por toda a cidade de Moca, nos anos 1970. O vampiro de Moca deixava os animais completamente sem sangue, que aparentemente tinha sido extraído a partir de uma série de cortes circulares.
A descrição mais comum do Chupacabra é a de um ser tipo lagarto, parecendo ter uma pele de couro ou de escamas verde-acizentadas, e espinhos pontudos ou pequenos, correndo por toda as suas costas. Esta forma mede aproximadamente de 1 a 1.2 metros de altura, e permanece de pé e pula de uma maneira parecida a de um canguru. Em pelo menos um avistamento, a criatura pulou 6 metros. Desta variedade é dito ter um focinho parecido com o de um cachorro ou pantera, uma língua bifurcada protuberante, caninos grandes, e que assobia e chia quando amendrontado, assim como deixa um fedor sulfúrico atrás de si. Quando ele chia, alguns relatos notam que os olhos do chupacabras brilham com um vermelho incomum, que dá náuseas nas testemunhas. Algumas testemunhas o viram com asas como as de morcego.

37 – Pé Grande
 
Pé grande, também conhecido como Sasquatch (veja o post com o documentário sobre o Pé Grande, clicando aqui) é descrito como um homem meio macaco que habita áreas florestais do pacífico noroeste e partes da província da Columbia Britânica, no Canadá. Ao longo dos anos houveram vários avistamentos e fotografias do Pé Grande mas não há provas conclusivas que comprovam a sua existência.
Muitos especialistas do assunto consideram a lenda do Pé Grande como uma combinação de foclore com boatos, mas há um número de autores e pesquisadores que acreditam que as histórias possam ser verdadeiras. Existe alguma especulação que, como o Monstro do lago Ness, o Pé Grande possa ser um remanescente vivo do tempo dos dinossauros – especificamente um Gigantopithecus blacki – um macaco gigante. Os relatos mais antigos do Pé Grande são de 1924, apesar de relatos de um tipo similar de criatura terem aparecido já nos anos 1860.

36 – O Monstro do Lago Ness
 
O Lago Ness é o mais extenso lago de água fresca da Grã-Bretanha. Por séculos pessoas têm relatado avistar uma criatura grande vivendo no lago – os avistamentos mais antigos vindo do período de Saint Columba (565 d.C). Apesar de que os avistamentos da criatura em terra, ao redor do lago, supostamente datarem do século dezesseis, o interesse moderno no monstro foi estimulado por um avistamento em 22 de Julho de 1933, quando o sr. George Spicer e sua esposa viram “uma forma animal extraordinária” cruzar a rua em frente ao seu carro. Eles descreveram a criatura como tendo um corpo grande (cerca de 1.2 metros de altura e 7.5 metros de comprimento), e um longo, estreito pescoço, um pouco mais grosso do que uma tromba de elefante e tão longo quanto os 3m – 3.2m da largura da rua; o pescoço tinha um número de ondulações.
Eles não viram os membros por causa de um declive na rua que obscureceu a porção inferior do animal. Ele se moveu pela rua em direção ao lago, à 18 metros de distância, deixando apenas um rastro de pequenos arbustos quebrados em seu caminho.
Não apenas o Monstro do Lago Ness foi repetidamente fotografado, ele também foi filmado – recentemente, em 2007, e também detectado em sonares. Infelizmente, contudo, a filmagem e fotos nunca são claras o suficiente para dar uma resposta definitiva para o que a criatura é. Alguns especulam que é um plesiossauro, que sobreviveu do restante da população de dinossauros.

35 – Jimmy Hoffa
 
Jimmy Hoffa foi um sindicalista americano e criminoso condenado. Como presidente da Fraternidade Internacional dos Caminhoneiros de meados dos anos 1950 à meados dos anos 1960, Hoffa exerceu uma influência considerável. Depois de sua condenação, ele serviu perto de uma década na prisão. Em 30 de Julho de 1975, Hoffa desapareceu em um estacionamento em Detroit e nunca mais foi visto. Ele tinha sido obrigado a se encontrar com dois líderes mafiosos, Anthony “Tony Jack” Giacalone de Detroit, e Anthony “Tony Pro” Provenzano, de Union City, Nova Jersey e Nova York.
De acordo com Donald Frankos (um assassino profissional da Máfia, condenado), Hoffa foi baleado na casa de Giacalone e o seu corpo foi então enterrado nas fundações do estádio dos Giants. Enquanto esta seja a crença mais popular, outro mafioso, Bill Bonanno, alegou que Hoffa foi baleado e colocado no porta-malas de um carro que então foi colocado em um compactador de carros.
Ninguém jamais saberá a verdade sobre Hoffa, mas a equipe dos “Mythbusters” (“Caçadores de Mitos”) cavaram na área em que geralmente atribui-se que Hoffa tenha sido enterrado e não encontraram nada.

34 – Luzes de Marfa
 
As luzes de Marfa são luzes inexplicáveis (também chamadas luzes fantamas) que têm aparecido em Mitchell Flat, leste de Marfa, Texas. O primeiro relato publicado das luzes foi feito em 1957, mas Robert Reed Ellison (nascido em 1880) as reportou à sua família e relatos de suas aparições se espalharam de boca em boca. Não há nenhum relato verificável anterior aos anos 1950.
As luzes são descritas como tendo o tamanho de uma bola de basquete, flutuando no ar, na altura dos ombros. As cores são geralmente descritas como sendo branco, amarelo, alaranjado ou vermelho, porém azul e verde também são relatados às vezes. Elas normalmente movem-se lateralmente, mas já foram vistas se movendo rapidamente em várias direções. Os avistamentos são raros, mas há um grande número de evidências fotográficas e filmagens.
Os céticos geralmente consideram as luzes como sendo relacionadas ao tráfego que passa ali perto na US Route 67, ou como sendo um efeito elétrico secundário dos predominantes montes de quatzo da área. Pelo fato de que normalmente aparecem em propriedades privadas, com terrenos em que é difícil de se locomover, existem uma quantidade quase nula de relatos de pessoas que conseguiram se aproximar das luzes.

33 – A Colônia Roanoke
Em 1584, sir Walter Raleigh despachou uma expedição para a costa leste da América do Norte, já que a Rainha Elizabeth I deu a ele permissão de colonizar a Virgínia. Ele retornou da viagem com dois índios americanos, e amostras de animais e plantas. Entre 1585 e 1587, dois grupos de colonizadores foram deixados na ilha de Roanoke (parte da atual Carolina do Norte) para fixar seu assentamento.
Por causa de lutas contínuas com os nativos das tribos locais, a primeira colônia estava com pouca comida e homens para defender o assentamento; então quando sir Francis Drake os visitou depois de uma invasão no Caribe e se ofereceu para levá-los de volta para a Inglaterra, eles aceitaram e foram embora.
Em 1587, 121 novos colonizadores chegaram e descobriram os nativos locais (os Croatans) como sendo amistosos. A primeira criança inglesa nascida nas Américas foi a filha de um desses colonizadores. O grupo tentou ser amigável com algumas outras tribos que os colonizadores anteriores haviam brigado, o que resultou no assassinato de George Howe. Os membros restantes do grupo convenceram o líder a retornar à Inglaterra e trazer ajuda. O líder (John White) retornou à Inglaterra deixando para trás noventa homens, dezessete mulheres e onze crianças.
Quando White retornou em Agosto de 1590, o assentamento estava deserto. Não havia sinais de luta nem restos mortais foram jamais encontrados. A única pista era a palavra “Croatoan” entalhada em um pilar do forte e “Cro” entalhado em uma árvore ali perto. O assentamento ficou conhecido como a “Colônia Perdida” e nenhum dos membros foram vistos novamente. Algumas especulações existem nos dias de hoje, que sugerem que os colonizadores foram embora e se misturaram com algumas das tribos ali perto. Isto é apoiado pelo fato de que muitos anos depois algumas das tribos estavam praticando o Cristianismo e entendiam Inglês.

32 – A Estrada de Bimini
Todo mundo já ouviu a história da cidade perdida de Atlântida, mas o que dizer da Estrada de Bimini? Em 1968 uma formação rochosa submersa foi encontrada perto da área norte da ilha de Bimini, nas Bahamas. É considerada por muitos como sendo natural, mas por causa do arranjo singular das pedras, muitos acreditam que seja parte da cidade perdida de Atlântida (citada pela primeira vez por Platão).
Outro elemento curioso deste mistério é uma profecia feita em 1938, por Edgar Cayce: “Uma porção dos templos será ainda descoberta embaixo do limo das eras e água do mar próximo a Bimini… Espere para ser em 68 ou 69 – não muito longe disso.”
Em uma expedição mais recente, o arqueólogo amador Dr. Greg Little descobriu outra linha de rochas com a mesma formação, diretamente abaixo da primeira, levando ele a crer que a estrada está na verdade no topo de um muro ou doca.
Uma possível explicação natural é que a “estrada” é um exemplo de pavimentação em mosaico, um fenômeno natural. Concreções de conchas e areia formam rochas sedimentares duras que com o tempo se fraturam em linhas retas e então em ângulos de 90 graus. Elas são um tanto comuns e uma atração turística popular na ilha da Tasmânia.

31 – A Criação do Homem
 
Este é provavelmente o mais conhecido e mais controverso dos mistérios conhecidos pelo homem até o momento. O mistério básico é de onde nós viemos? Muitas pessoas acreditam que nós fomos criados por algum tipo de Deus, outras acreditam que nós naturalmente nos criamos a partir da evolução, e alguns ainda acreditam que nós fomos trazidos à Terra por aliens. Pelo fato de não haver nenhuma evidência conclusiva para nenhum dos argumentos, este assunto permanece o nosso maior mistério.
O conceito de evolução afirma que a partir de uma série de adaptações e mutações, de geração em geração, uma criatura pode se modificar dramaticamente ao longo do tempo. Existem muitos argumentos contra a evolução, a maioria (no Ocidente) pelos cristãos fundamentalistas. O líder da maior Igreja Cristã, Papa Bento XVI, disse recentemente que a evolução não é contrária aos ensinamentos da Igreja ou à crença em Deus desde que ela não exclua Deus como o estimulador e organizador primário do processo.
O conceito do criacionismo afirma que Deus fez o Universo na forma em que ele existe hoje. Ela tenta explicar os potenciais problemas teológicos causados pelos dinossauros, datação do carbono e registros fósseis em geral. Os criacionistas geralmente acreditam que a terra tenha alguns milhares de anos de idade.

30 – A idade das Pirâmides e da Esfinge
 
A maioria dos egiptólogos acredita que a Grande Esfinge do platô de Giza tem cerca de 4.500 anos de idade. Mas esse número é só isso – uma crença, uma teoria, não um fato. Como Robert Bauval diz em “The Age of the Sphinx” (A Idade da Esfinge), “não há nenhuma inscrição – nem ao menos uma – seja entalhada em uma parede ou pilar ou escrito nos amontoados de papiros” que associe a Esfinge a esse período de tempo. Então, quando ela foi construída? John Anthony West desafiou a idade aceita do monumento quando notou a erosão vertical em sua base, que somente poderia ter sido causada por uma longa exposição a água em forma de chuvas fortes. No meio do deserto? De onde a água vinha? O que acontece é que esta área do mundo já experienciou tais chuvas – cerca de 10.500 anos atrás! Isso faria com que a Esfinge tivesse o dobro da atual idade aceita. Bauval e Graham Hancock calcularam qu
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A Rabdomância‏

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DESCRIÇÃO

O uso da  Rabdomância para a localização de água e metais é uma prática antiquíssima, provavelmente derivada da sensibilidade instintiva ao ambiente inerente aos animais e abafada no homem com o decorrer da evolução.

Controlada pela mente, a rabdomância pode, entretanto, ser explorada para muito além deste uso clássico, permitindo não só a localização como a determinação exata da profundidade, natureza e concentração da matéria subterrânea, a busca de pessoas e objetos perdidos, a detecção de doenças; sendo praticada de perto ou à distância, a pé ou de avião, por meio de amostras, mapas, através de uma terceira pessoa ou sem qualquer instrumento. Seu desenvolvimento acarreta a ampliação da supraconsciência e o autoconhecimento, podendo quem a usa corretamente trazer benefícios quase ilimitados para os seus semelhantes.
A Rabdomância, prática que se utilizava de pauzinhos que eram atirados ao ar para depois ser interpretada a forma como que se depositavam ao solo.


Radiância e alimentação saudável.

André Simoneton foi um engenheiro francês que acreditava na “varinha de condão”. A sua varinha era composta por um pêndulo amarrado em um cordão… Exatamente, a mesma aparelhagem usada na arte da rabdomância ou radiestesia. Na França, a radiestesia não era e não é vista como charlatanismo ou bruxaria. Na atualidade o professor Yves Rocard – Colégio de França – chefe do departamento de física da prestigiada Escola Normal Superior é famoso por ser ao mesmo tempo, um físico brilhante e um radiestesista, ou rabdomante admirável.
Radiestesia ou rabdomância é o nome cunhado pelo abade Bouly em relação à busca de radiações além do espectro eletromagnético. Bouly cunhou esta palavra a partir da palavra grega para sensibilidade e da latina para “radiância’.
Apesar da sua fama sugerir que a radiestesia se destina à busca de lençóis d’água, na realidade esta arte tem um sentido de busca maia ampla sem um objetivo certo. A título de curiosidade, no ano de 1972 John Shelley, da marinha Americana, encontrou o seu pagamento escondido por brincadeiras engendradas pelos seus colegas marinheiros, apenas usando a sua varinha de condão. (Pensacola – Flórida). Acontece que John Shelley era um mestre na área e era ex-presidente da Sociedade Americana de Rabdomantes.
Desde os albores das grandes civilizações da História da Humanidade, a radiestesia ou rabdomância praticada pelos chineses, hindus, egípcios, persas, medas, etruscos, gregos e romanos. Como se vê, a sua idade e constância na história dos seres humanos, nos faz crer que os seus resultados não são para serem desprezados…
Grandes vultos históricos e científicos recorreram ao estudo da radiestesia e alguns deles, com Christopher Von Schenberg, se fizeram retratar segurando uma varinha. O físico, Dr. Zaboj V. Harvalick, ex-consultor científico (está aposentado) da Agência de Conceitos de Materiais Avançados do Exército Americano, estudando e usando a radiestesia, diz esperar que a física possa chegar a vir explicar os fenômenos decorrentes desta arte. Harvalick chegou a algumas conclusões após testes meticulosos. Diz ele que os radiestesistas reagem a campos magnéticos artificiais alternantes numa amplitude de freqüência de um a um milhão de ciclos por segundo e a campos magnéticos de corrente contínua… Captam gradientes de campos magnéticos, quer estejam procurando água, tubos, fios, túneis subterrâneos ou anomalias geológicas.
A exemplo de um bispo do interior de São Paulo (já falecido) o americano Henry Gross – Maine, quem mereceu três livros do romancista histórico Kenneth Roberts, é perito na radiestesia com mapas. Gross executou a proeza de indicar num mapa estendido na mesa da cozinha da sua casa, os pontos corretos onde iria se encontrar água, numa ilha longínqua, sob o governo britânico, de Bermuda. Os poços perfurados no local confirmaram a predição. O já citado físico Harvalick supõe que a rabdomância com mapas, pertença à ação de forças ainda misteriosas, que ainda nos são desconhecidas. A firma “interference Consultants Company”, Concord-Massachussets, de Rexford Daniels desde há 25 anos dedica-se e lidera o estudo das interferências das emissões eletromagnéticas proliferadas e de seus efeitos ambientais densos sobre o homem. Daniels está convencido da existência no universo de uma força global, inteligente e responsiva, superior a todas as outras. A área de operação desta energia seria um espectro de freqüências não vinculado, necessariamente, ao espectro eletromagnético. Acredita também que é accessível aos seres humanos. Daniels explica a necessidade de investigação constante para detectação desta força imperfeitamente definida, mas de grande utilidade, e a grande tarefa seria a especulação por parte da ciência, de todos os aspectos deste sistema.

André Bovis francês de nascimento morreu durante a Segunda Guerra Mundial. Ficou célebre, primeiramente, através dos seus estudos a respeito da conservação de animais e alimentos colocados dentro dos protótipos da Grande Pirâmide de Kéops. Suas pesquisas o levaram a descobrir qual seria a explicação para este grande mistério: as correntes magnéticas da terra, positivas na direção norte-sul e negativas na direção leste-oeste. Todos os corpos conseguem captar essas correntes na superfície do planeta e se colocarmos um corpo na direção norte-sul ele será mais ou menos polarizado, na dependência da sua forma e consistência.Bovis explica o detalhe: essas correntes telúricas em contato com os corpos humanos (positivas e negativas) “entram por uma perna e saem pela mão oposta. Ao passo que as correntes cósmicas entram pela cabeça e saem pela outra mão ou pé”. Elas podem se esvair também, através dos nossos olhos abertos.
Estas são conseqüências que ocorrem com todos os corpos que contém água – “acumulam essas correntes e são capazes de irradiá-las lentamente”, afirmava Bovis. Nesta irradiação, reagem a outras forças magnéticas nos objetos, conseqüentemente, afetam o pêndulo na mão do radiestesista cujo corpo encarna o papel de um condensador variável e atuará como detector, seletor e amplificador de ondas curtas e ultracurtas, agindo como ponto de passagem da eletricidade animal descoberta por Galvani, para a eletricidade inanimada de Volta.

Segundo Bovis, o pêndulo é também um admirável detector de mentiras por modificar as radiações, alterando-as e aos comprimentos de onda, conforme se diga a verdade (nada se altera) ou a mentira, fazendo os comprimentos de onda mais curtos e negativos.
André Simoneton aprendeu com Bovis a técnica da radiestesia em relação aos alimentos e a sua avaliação. Pode então, estabelecer a sua irradiação em angstroms. Os alimentos que irradiam de 8 mil a 10 mil angstroms, no biômetro inventado por Bovis, obrigam o pêndulo a girar à velocidade de 400 a 500 revoluções por minuto num raio de 80 milímetros. Os cozidos não possuem energia alguma que faça girar o pêndulo. Simoneton expôs suas descobertas no livro: As Radiações dos Alimentos”, prefaciado por Louis Kervan que diz aos que se opõem contra a escolha vital dos alimentos; o angstrom não é uma medida mais arbitrária do que a caloria usada na nutrição.
Ainda jovem, Simoneton serviu no exército francês na 1ª Guerra Mundial, no setor do radio, segundo ele, que se achava no mesmo pé onde hoje está a radiestesia ou rabdomância.Nesta ocasião, Simoneton trabalhou também com o ofício de Broglie, que estabeleceu mais tarde que “cada partícula, atém um fotônio de luz, associa-se a um comprimento de onda”.
Com tal companheiro como mestre, Simoneton, além da sua prática em lidar com o rádio e também com a engenharia elétrica, pode avaliar perfeitamente o conhecimento exibido por Bovis o que não podia ser classificado, em momento algum, como charlatanismo.

Simoneton preconizava o tempo em que as vacinas feitas com o suco radiante das plantas substituiriam os corpos e carcaças de animais e que, para consertar o mundo, os médicos iriam usar fones de ouvido, como os operadores do rádio, e através das freqüências recebidas dos pacientes, descobririam os seus males, transmitindo-lhes por sua vez, as freqüências que os curariam das suas doenças, restabelecendo-lhes a saúde e o vigor. Além desta profecia, ele dividiu os alimentos de conformidade com a sua radiância em quatro grandes grupos, detalhando minuciosamente as suas propriedades alimentícias que garantiriam a todo o mundo uma alimentação saudável, benéfica e recuperativa de energias gastas, radiante.

Advinhação (hidromancia, rabdomancia, astrologia, cartomancia, quiromancia ou leitura das mãos, etc.)

É um processo través do qual é possível ler o futuro, seja por meio de inspirações obtidas sob o efeito de um transe ou através de artifícios mecânicos como a utilização da água, moedas, pauzinhos e até mesmo entranhas de animais. A adivinhação pretende trazer à luz os acontecimentos futuro, e portanto distantes do tempo e/ou espaço de forma que não possam ser conhecidos pelas vias normais. Existem muitas formas de adivinhação : a hidromancia, onde a água dentro de um vaso provoca formas que são interpretadas, a necromancia que é a descoberta de acontecimentos futuros através da consulta aos mortos, a astrologia ou o exame do sol da lua e das estrelas, a cartomancia, que se utiliza das cartas e a quiromancia , que interpreta os sinais e linhas das mãos, entre outras.

Durante toda a evolução de sua espécie, o homem procurou diminuir a ansiedade resultante do desconhecimento a respeito daquilo que o cerca. Por isso, ao longo da História, há registros de uma grande variedade de personagens cujo atributo era o de proceder adivinhações. Os Profetas do Velho Testamento eram considerados homens eleitos e ungidos por Deus para revelarem sua palavra, embora para isso fosse necessário que fizessem predições sobre o futuro no sentido de conclamar o povo hebreu ao arrependimento. Os profetas dos hebreus podiam receber a mensagem divina através de sonhos, visões ou da dádiva que o Senhor lhes oferecia, colocando em sua boca as palavras necessárias para que realizasse sua tarefa. A Bíblia distingue entre profetas falsos e verdadeiros, sendo que os falsos eram os considerados pagãos que buscaram a possessão demoníaca, e os verdadeiros, os servos de Deus. Ainda o mesmo livro menciona que os sacerdotes, ministros com autoridade para oficiar perante uma divindade em benefício de um povo ou de uma nação tinham dentre suas atribuições transmitir a vontade de Deus em relação a uma questão. O sumo sacerdote se utilizava do Urim e do Tumim, dois objetos achatados usados para lançar a sorte a fim de receber respostas afirmativas ou negativas para as questões consultadas. Ficavam guardados numa espécie de estola, em cuja dobra se formava uma bolsa.

Uma das características mais marcantes da mitologia grega é a presença de diversos personagens com a capacidade de conhecer o pensamento dos deuses e por isso, de revelar fatos futuros. Dentre eles destacam-se Calcante, que recebeu o do deus Apolo o dom da profecia, Melampo, Cassandra e Heleno, filhos de Príamo o rei de Troia e Tirésias, o célebre e sábio adivinho cego. Existiam também as pítias ou pitonisas, que, se inicialmente se constituíam apenas nas sacerdotisas de Apolo em Delfos, com o tempo passaram a designar todas as mulheres com poderes de revelar a vontade dos deuses e de adivinhar o futuro.

No Brasil, o pajé, chefe espiritual dos indígenas, é um misto de sacerdote e profeta, médico e curandeiro. Sua palavra tinha grande peso, inspirando total confiança aos índios da tribo. Dotado de poderes mágicos era capaz de interpretar os sons dos animais, sendo o intermediário da vontade dos ídolos indígenas. Ele é, por assim dizer, o oráculo da tribo.

 

Lendas que são reais

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Publicado em “Planeta Terra e os Ets”

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LENDAS QUE SÃO REAIS

Do oriente ao ocidente, encontramos as mesmas “histórias” reveladoras de objetos voadores desconhecidos, “divindades” descidas do céu, que tinham por missão fornecer novos conhecimentos, constituindo-se as bases para um desenvolvimento mais rápido.

Em 1952, pela primeira vez se conseguia contato com os índios Caiapós, habitantes das regiões amazônicas do Brasil. João Américo Aeret, famoso indianista, obteve às margens do rio Fresco, no estado do Pará, a narração de um mito fantástico.
Segundo narra a mitologia Caiapó, há gerações e gerações, vindo da serra proibida de “Pukatoti”, apareceu na aldeia pela primeira vez, “Bep-Kororoti”, trajando “Bô”, que o cobria dos pés a cabeça. Trazia também “Kob” – a “barbuna trovejante”. Os que ali o viram, correram para a selva apavorados, protegendo as mulheres e crianças, enquanto alguns mais corajosos davam combate ao invasor.
Mas as armas Caiapós arremessadas mostravam-se fracas e o intruso, para demonstrar seu poder, de vez em quando apontava sua “barduna trovejante” em direção de uma árvore ou pedra, destruindo-as totalmente. Após este incidente os índios acostumaram-se `a presença do estranho, que passou já a usar um “macacão” mais justo e tinha o corpo parcialmente exposto. Sua beleza, brancura e simpatia foram aos poucos fascinando e atraindo a todos, e tornaram-se amigos.
“Bep-Kororoti” foi um autêntico mestre, ensinando a construção de uma “Ng-Óbi”, casa onde os homens se reuniam diariamente para relatarem as façanhas do dia. Os mais jovens aprendiam como agir e se comportar nos momentos difíceis. Também lá eram desenvolvidos os trabalhos de aperfeiçoamento de caça, sempre orientado pelo forasteiro.
Quando os jovens mais rebeldes deixavam de cumprir suas obrigações, “Bep-Kororoti” vestia novamente “Bô”, e saia a procura dos rapazes, fazendo-os correr para a escola. Quando a caça tornava-se difícil, o forasteiro, valendo de sua “barbuna trovejante” abatia os animais.
Este mito conta ainda, que “Bep-Kororoti”, após um longo período de convivência com os Caiapós, certo dia vestiu “Bô”, seu traje replandescente, subiu até o alto de uma “serra” e, de repente, num estrondo violento que teria abalado a região, subiu para o céu, envolto em nuvens flamejantes, fumaça e trovões, deixando calcinado o local de sua partida.
Segundo nos conta Peret, é em memória deste mestre cósmico que os Caiapós vestem, em suas festas, máscaras e roupas de palha, que ele denominam “Bô”, feitas sob o modêlo utilizado no passado remoto por “Bep-Kororoti”. Torna-se empolgante o fato de tais vestes serem muito semelhantes, em forma, aos nossos modernos trajes espaciais.
Lendas da Oceânia apresentam os “grandes feiticeiros vindos do céu”, que depois de uma curta estada, foram embora, voando em seus “navios coloridos”, prometendo voltar.
A tribo dos Pendas, que vive nas regiões meridionais do Congo, fala do deus Maweses, que ensinou aos homens o plantio do painço, do milho, e das palmeiras.
Depois teria voltado ao céu.
No Japão encontramos o povo Aino. Nos conta sua mitologia que uma divindade denominada Okikurumi-kamui, em passado remoto, aterrizou num local chamado Haiapira, trazendo a sabedoria, os conhecimentos da agricultura e o culto do sol. Depois de terminada sua missão, partiu para sua casa no céu, viajando em seu “shita” (berço) dourado.
Os índios Haida, habitantes das ilhas rainha Carlota (columbias britânicas), guardam por sua vez, lembrança de “grandes sábios descidos das estrelas sobre pratos de fogo”.
Os aborígines da Tasmânia falam de seu “homem do ovo”, que trouxe ensinamentos ao povo. É notável a pluralidade desses “ovos” descidos do céu, em vários mitos encontram-se mencionados.
Lenda relacionada à mais misteriosa civilização africana, a de Ifê, revela-nos que os seres humanos erravam pela terra, sem saber o que fazer. Depois de um período bastante longo, olorum veio do céu e instalou-se na terra juntamente com outros deuses. Olorum disse: “Exu, senta-te atrás de mim; Ogum, á direita: Obatalá coloca-te à minha esquerda. Vós, outros deuses, colocai-vos em redor”.
Depois teriam chamado os nativos, os seus chefes e disse-lhes: “vede o que passa aqui… Agora, prestai bem atenção. A cidade se chamará Ifê de hoje em diante.
Dezesseis deuses vieram comigo, eles terão filhos e habitarão em volta de vós.
Mas tu, Oni, reinará aqui e mostrarás a vontade dos deuses”. Olorum partiu para o céu; tinha nascido mais uma civilização.
Quetzacoalt, deus dos Toltecas, trouxe com ele do céu o calendário, as artes e as leis morais. Depois partiu e consumiu-se nas chamas do “fogo divino”, recebendo a denominação “nahuatl” (a estrela que faz fumaça). Lógico?
Gucumatz, divindade venerada entre os Quichuas, como o maia Kulkulcan, veio das estrelas e para elas voltou depois de trazer a civilização.
Estas lendas que acabamos de citar formam em seu conjunto uma pequena amostragem do número vasto existente.
É evidente a qualquer pessoa com o mínimo de imparcialidade, a existência do componente ufológico como agente inspirador das mesmas.

MARCO ANTONIO PETIT
OS DISCOS VOADORES E A ORIGEM DA HUMANIDADE

O PLANETA X “HERCOBULUS” O MISTÉRIO DE TIAMAT

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O PLANETA X “HERCOBULUS” O MISTÉRIO DE TIAMAT 

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Os sumérios descreviam o nosso sistema solar como um conjunto de 12 corpos celestes significativos. Na linguagem zodiacal, estes astros são todos chamados”planetas”, embora, entre eles, os antigos incluíssem a Lua e o Sol. Isso significa que os mesopotâmicos, não somente possuíam um inexplicável conhecimento astronômico; eles também afirmavam a existência de planetas que somente a ciência contemporânea pôde reconhecer, como o longínquo Plutão, hoje destituído de seu status planetário; os miteriosos Urano e Saturno e o até hoje desconhecido porém procurado 12º planeta, este que os sumérios denominavam Nibiru. Ora, se os sumérios, há 6 mil anos, estavam corretos em relação aos nove planetas reconhecidos hoje porque não poderiam estar, igualmente corretos, em relação a Nibiru? Meditemos…

DIREITA: Ut’napishtim, o Noé da Suméria, resgata Gilgamesh do meio dos oceanos durante o Dilúvio provocado pelos Anunnaki.

Há seis mil anos atrás, os Sumérios conheceram um planeta chamado Nibiru. Era o planeta de origem de um povo descrito pelos antigos como “raça de deuses”. Os nativos de Nibiru visitaram a Terra no passado influenciando decisivamente a cultura humana. Artefatos e tabuletas cuneiformes de argila e pedra encontradas no Iraque referem-se claramente a um planeta de onde vieram viajantes cósmicos.

A herança deste remotos alienígenas aparece na avançada tecnologia dos sumérios e de outros povos ao redor do mundo. Muitas relíquias não são acessíveis ao público que, assim, desconhece essa face da mitologia mesopotâmica. No caso dos sumérios, sua cultura é a mais antiga do Ocidente. Entretanto, seu sistema matemático e o calendário permanecem atuais.

Aos poucos, a pesquisa sobre Nibiru começa a aparecer, ainda que o planeta seja chamado por outros nomes, como , 12º planeta ou “planeta da cruz” (Planet of the crossing). Os sumérios tinham doze corpos celestes em seu zodíaco, contando o sol e a lua e mais DEZ Planetas que, afirmavam, pertencem ao nosso sistema solar.

Hoje os cientistas estão procurando este planeta misterioso nos confins do espaço; a NASA se empenha nessa pesquisa e os especialistas investigam porque já têm certeza de que o “Planeta X” existe. Observado há milhares de anos passados, Nibiru não é visto nos céus contemporâneos. Isso acontece porque a órbita do 10º planeta (12º astro dos sumérios) é uma elíptica extremamente alongada. Durante milênios, o globo se mantém longe do sol e da vista dos terráqueos, muito além da órbita de Plutão.

Os Sumérios descrevem o Planeta X ou Nibiru, no ponto mais extremo de suatrajetória, distante da Terra aproximadamente 30 milhões de anos-luz. Os viajantes de Nibiru que chegaram à Terra são chamados Anunnaki e foram considerados deuses. A tradição conta que os Anunnaki possuíam “servos” que eram “seres andróides”. Não eram seres vivos mas agiam como se fossem.

Zecharia Sitchin

Zecharia Sitchin é lingüista, perito em escrita cuneiforme (suméria) e em muitas outras linguagens antigas. Em 1976, publicou The Tewlfht Planet e assim começou sua trajetória transformadora da pesquisa da história antiga. Em 1993, lançou seu sexto livro, parte da série de Earth Chronicles (Crônicas da Terra) – When Time Began. Este último livro fala das relações entre o complexo calendário de Stonehenge, as ruínas de Tiahuanacu, no Peru, a antiga cultura suméria e, por extensão, a conexão desses monumentos antigos com os Anunnaki. Sitchin defende que os Anunnaki não são uma alegoria ou criação fabulosa dos sumérios; antes, são seres humanóides que habitam o misterioso planeta Nibiru.A órbita excêntrica, extensa de Nibiru, faz com que o planeta passe milênios totalmente invisível à observação no centro do sistema solar. Zecharia Sitchin acredita que quando a posição de Nibiru é favorável, ciclicamente, os Anunnaki – habitantes de Nibiru – visitam a Terra e interferem no curso da história humana. O ano de Nibiru corresponde a 3 mil e 600 anos terrenos, período regular de intervalo entre as visitas dos Anunnaki.

Sitchin já decifrou mais de dois mil cilindros e fragmentos de cerâmica com inscrições da Mesopotâmia, alguns de 4.000 a.C., que fazem parte do acervo de museus de todo o mundo. Um desses fragmentos, que se encontra na Alemanha, indica que a Terra é o “sétimo planeta”, contando a partir de Plutão. Ocorre que Plutão somente foi descoberto pela astronomia moderna no início do século XX. Como os sumérios poderiam saber de tal coisa?

O lingüísta acredita que, na antiguidade, seres extraterrenos conviveram com antigos mesopotâmicos e foram os “instrutores”, os deuses da humanidade dos primeiros tempos históricos (pós-advento da escrita). Comparando as mitologias da Criação de diferentes culturas, verifica-se a coincidência dos mitos, que são recorrentes nas referências a uma “colonização” ou instrução das primeiras nações humanas por seres superiores, que vieram do espaço e se encarregam de ensinar aos homens primitivos as “artes” que caracterizam as civilizações.

Sempre buscando a identidade desses “instrutores celestes”, Sitchin começou sua jornada pelo mundo das cidades antigas e dos grandes impérios do passado. Uma de suas conclusões mais significativas afirma a existência, em Marte, de uma estrutura alienígena, artificial, de forma piramidal, situada na região denominada Cydonia. Essa pirâmide não é a única; sua distância em relação a outra estrutura semelhante é proporcionalmente idêntica à distância que existe entre a Esfinge e as pirâmides do Egito.

Essas relações entre pirâmides podem significar que elas servem como marcos topográficos para viajantes celestes, como os Annunaki, tanto na Terra quanto em Marte. Sitchin acredita que as pirâmides de Gizé não foram um realização dos egípicios. Em 1993 foi divulgada a descoberta de que a Esfinge é dois mil anos anos antiga do que se pensava, o que reforça a teoria de Sitchin.

O Buraco de Saddam

Polêmico, Sitchin fundamenta suas teorias em rigorosas traduções dos textos sumérios, escrituras Védicas (indianas) e textos originais da Bíblia escritos em hebraico e grego. O local, na Terra, de chegada ou aterrisagem dos Annunaki é uma região chamada Eridu, sul do Iraque. A dificuldade de captura de Saddam Hussein decorreu do fato de que seu esconderijo, o “buraco” onde foi encontrado o ditador, é parte de uma pirâmide construída na antigüidade e desconhecida dos arqueólogos que trabalham naquele país.

O Céu do Hemisfério Sul

A NASA localizou uma maciço e negro objeto cósmico nos céus do hemisfério sul, fato que pode justificar a recente reativação de telescópios na Argentina e no Chile. Sitchin, que visitou vários observatórios astronômicos da antigüidade, constatou que todos privilegiam a visão do quadrante sul e também estão localizados na mesma latitude da Terra.

Muitos desses observatórios permitem medir com exatidão o nascer do sol e da lua. É possível que esse notável interesse pelo céu tenha sido motivado pela expectativa de um retorno desses alenígenas que foram, no passado, considerados criadores e instrutores da raça humana.
Anunnaki: na língua suméria significa “Aqueles que desceram dos céus”; para os hebreus eram Nefilim, Elohim; em egípcio, Neter. Descobertas arqueológicas e artefatos recolhidos nos últimos duzentos anos são o fundamento da teoria de que uma avançada civilização proveniente de um planeta distante, porém pertencente ao sistema solar do qual a Terra faz parte, chegou ao golfo Pérsico a cerca de 432 mil anos atrás; eram os Anunnaki. Os visitantes estelares colonizaram a Terra com o propósito de obter grandes quantidades de ouro. Sua mão-de-obra foi arrebanhada entre os humanos primitivos, que foram manipulados geneticamente.

Há 250 mil anos, o sistema de colonização alienígena começou a decair; os operários das minas (terráqueos) começaram a se rebelar contra as condições de trabalho e os Anunnaki, então, decidiram criar um ser que pudesse substituir os humanos primitivos. O experimento de engenharia genética teve de ser refeito. Enki, cientista genético e Ninhursag, chefe de medicina, criaram híbridos usando material do homo erectus, de animais e dos próprios Anunnaki. O resultado foi o homo sapiens, que veio ao mundo para ser escravo! Os primeiros homens, sendo híbridos, não se reproduziam. Novos ajustes foram feitos e, assim, a espécie pôde procriar.

Quando os sapiens tornaram-se muito numerosos, parte deles era expulsa das cidades Anunnaki e, assim, gradualmente espalharam-se no planeta. Mas as criaturas surpreenderam os criadores: eram belos e se desenvolviam muito bem. Algumas fêmeas começaram a servir de parceiras sexuais para os colonizadores. Essas uniões eram férteis, produziam prole. Era uma situação inaceitável para a maioria dos Anunnaki que decidiram exterminar a população colonizada – a humanidade – provocando uma colossal inundação em época próxima à reentrada de Nibiru nas proximidades da órbita da terra. Esse dilúvio aconteceu há cerca de 12 mil anos atrás.

Muitos humanos foram salvos por Enki, que simpatizava com aqueles que ele mesmo havia criado. Por milhares de anos, homens e mulheres foram escravos e soldados. Os Anunnaki usavam seus servos nas guerras que travaram entre si, na construção de palácios e cidades, em instalações astronômicas situadas em todos os continentes. Eles ocuparam não somente a Mesopotâmia, mas também o Egito, a Índia, as Américas. Por isso os sinais de sua presença são encontrados em todo o mundo.

Seis mil anos depois do dilúvio, os Anunnaki que aqui permaneceram resolveram que era hora de deixar o planeta e, gradualmente, conduziram a raça humana à independência, introduzindo um sistema sociopolítico fortemente hierarquizado. Linhagens de reis foram estabelecidas, possivelmente considerando a descendência dos Anunnaki: eram os “Iniciados”, versados em ciências como matemática e astronomia, conhecedores de técnicas de medicina, arquitetura e engenharia. Dinastias cuja continuidade era feita por meio “colégios” – os “colégios dos mistérios”.

A Evidência Astronômica

A prova definitiva da veracidade da tradição suméria seria o reconhecimento científico de um décimo planeta (ou 12º astro) no sistema solar, ou seja, a “descoberta” de Nibiru com tamanho, órbita e outras características descritas nos registros da Mesopotâmia.

Plutão foi descoberto em 1930 e Caronte, sua lua, em 1978. A análise de Plutão mostra que determinadas peculiaridades da órbita deste planeta e também das órbitas de Urano e Netuno somente podem ser explicadas pela existência de um planeta desconhecido que deve ser bem maior que Plutão e mesmo a Terra.

Entre 1983 e 1984, o IRAS – Infrared Astronomical Satellite produziu observações relacionadas a um décimo planeta. Em 1992 novas descobertas foram publicizadas sobre um planeta a mais no sistema, denominado “intruder – “planeta intruso”. Os cientistas começaram, então, a confrontar os dados da astronomia com as traduções de Zecharia Sitchin, em especial, a tradução do documento Enuma Elish, que contém a história da formação deste sistema solar. São anais muito antigos que falam de um planeta do tamanho de Urano chamado Tiamat, cuja órbita passa entre Marte e Júpiter.

O grande planeta Nibiru foi capturado pela força gravitacional do sistema solar e sua entrada no conjunto causou anomalias nas luas dos outros planetas. Nibiru colidiu com Tiamat e enormes fragmentos entraram na órbita da Terra. Um desses fragmentos veio a ser a Lua.

O interesse de antigos e contemporâneos por Nibiru decorre de uma questão muito prática. Os relatos arqueológicos são claros: a passagem deste planeta a cada 3 mil e 600 anos nas proximidades da Terra produz efeitos sensíveis na realidade ambiental; catástrofes são desencadeadas. A passagem de Nibiru é, possivelmente, a causa da mudança nos pólos da Terra, dos regimes da marés, dos padrões climáticos, dos desvios da órbita e choque com asteróides que são arrastados pelo “intruso”. Nibiru pode ter provocado, por exemplo, a extinção da vida em Marte ou o fim da época dos dinossauros.

MISTÉRIO DE TIAMAT: O OUTRO NOME DA TERRA

Há 500 mil anos atrás o planeta Terra não se chamava “Terra”. O nome “Terra”, do grego gaia, é uma inovação recente. Seu nome mais antigo é Tiamat. Era um lugar completamente diferente do que é hoje e localizava-se no espaço em outra posição, mais distante do sol, entre Marte e Júpiter. Marte, que ficava mais perto do sol era, então, completamente habitável, com um clima temperado e água abundante em estado líquido. Este fato, embora não divulgado, já foi amplamente verificado pela NASA e outros grupos científicos.

Tiamat estava mais próximo da estrela Sírius (ou Sothis, como a chamavam os antigos egípcios). O sistema planetário de Sírios e o sistema da estrela que chamada Sol eram parte de um mesmo e único sistema maior, parte de uma unidade cósmica. Os dois sistemas ainda são gravitacionalmente conexos com um terceiro sistema, outro fato que começa a ganhar espaço nos meios científicos.

O “Sistema Regional de Sírius” evoluciona em torno de um sol central chamado Alcyone, estrela situada na constelação das Pleiades ou “Quadrante das Pleiades”. O conjunto Sol-Sírius-Alcyone descreve uma órbita ao redor do centro da galáxia (Via Lactea) em direção da estrela de Sagitário. Todo o movimento orbital do megasistema tem uma duração de 200 milhões de anos. Este grande ciclo deve completar uma revolução em 21 de dezembro de 2012, data prevista pelos maias para a deflagração de uma catástrofe mundial apocalíptica.

FONTE: SOLÀRION, Robertino. A Brief History Of Planet X Nibiru, 2003. IN APOLLONIUS.NET

A Evidência Tecnológica

Há muito tempo escavações arqueológicas têm trazido à luz artefatos, ferramentas, máquinas e registros que surpreendem, pelo seu avanço, as expectativas dos estudiosos. São objetos inexplicáveis para a ciência histórica acadêmica. No deserto do Iraque foram encontradas baterias de argila com eletrodos datadas em 2 mil e 500 anos antes de Cristo; em uma pirâmide funerária, havia um modelo de aeroplano perfeitamente funcional.

Mais recentemente, a redescobeta de ouro monoatômico em sítios arqueológicos do Oriente Médio veio reforçar a crença em civilizações do passado altamente sofisticadas. As substâncias monoatômicas são supercondutoras de energia em temperatura ambiente e possuem propriedades anti-gravitacionais. Somente nos últimos anos o ouro monoatômico tem sido investigado pela física. Arqueologicamente, entretanto, o ouro monoatômico mesopotâmico é conhecido desde 1889, quando sir Flinders Petrie demonstrou que o material era produzido há 3 mil anos atrás.

A Evidência Documental

O registro histórico documentado da existência e das realizções dos Anunnaki começaram a aparecer desde os primeiros anos do século XIX. A escavação de antigos sítios arqueológicos mesopotâmicos revelaram uma avançada civilização Suméria. Milhares de lâminas de argila contêm escrituras relacionadas não somente com às questões do cotidiano, como o comércio, os casamentos, as ações militares e sistema de cálculos astronômicos; as tábuas cuneiformes também falam dos Anunnaki.

Fica evidente que os sumérios sabiam perfeitamente que aqueles aliens eram criaturas vivas, de “carne e osso”. A Biblioteca de Assurbanipal, apesar de ter sofrido um incêndio, não perdeu nada de seus documentos feitos de argila, resistente ao fogo. Assim, foram preservadas 400 tabuletas cuneiformes que contêm a história dos tempos arcaicos, sem falhas; uma espécie de “cápsula do tempo” feita de barro cozido. São estes documentos que contam a saga dos Anunnaki.

A Evidência Genética

Os registros sumérios localizam o laboratório, onde os Anunnaki criaram o homo sapiens na região leste da África Central, próximo às minas de ouro. É uma área que coincide com o lugar onde foi encontrado o mais antigo DNA mitocondrial, pertencente ao fóssil que ficou conhecido como Lucy. Os arqueólogos também encontraram ruínas de minas de ouro de 100 mil anos. Os documentos descrevem, ainda, os avanços da engenharia genética. O rápido progresso da espécie humana sapiens, que chega a Marte apenas 250 mil anos depois de começar a realmente “sair das cavernas” é notavelmente anômalo diante dos milhões de anos que foram necessários para consolidar os membros mais antigos do nicho dos homo erectus

FONTE
Giants Upon the Earth – por Jason Martell, ANCIENT-X – Planet X: Past and Present – ANCIENT-X – Zecharia Sitchin – ANCIENT-X